CONTADOR DE VISITA

quarta-feira, 10 de outubro de 2012



Abaixo-assinado MANIFESTO EM PROL DA CONTINUIDADE DA CPMI - “Vegas” e “Monte Carlo”

Para:Presidente da República Federativa do Brasil; Congresso Nacional do Brasil; Supremo Tribunal Federal;

http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N30199


MANIFESTO EM PROL DA CONTINUIDADE DA CPMI - “Vegas” e “Monte Carlo”

Diante da notícia que foi divulgada por diversos veículos de comunicação, de que a CPMI- Comissão Parlamentar Mista de Inquérito – “Vegas” e “Monte Carlo” (instalada no dia 25 de Abril de 2012) está próxima de ser encerrada por conta de uma suposta aliança entre partidos que possuem parlamentares envolvidos nos crimes apurados por esta CPMI, encaminhamos aos nossos representantes, funcionários públicos a serviço dos interesses do povo, este manifesto.

O povo brasileiro indigna-se com o que está prestes a acontecer. Em um momento importante da história do país, no qual um dos maiores escândalos de corrupção está sendo julgado pelo Superior Tribunal de Justiça, não nos calaremos.

É de conhecimento público que os fatos ocorridos são complexos e extensos, mas não por isso o Poder Legislativo deve furtar-se da responsabilidade de apurá-los.
E para tanto, precisa estender pelo prazo necessário esta CPMI para que as investigações e apurações sejam concluídas.

Através deste manifesto, nós cidadãos brasileiros, expressamos o desejo de continuidade dos trabalhos iniciados na CPMI. Conclusas as investigações, se for o caso, seja esta encaminhada ao Ministério Público para que promova a responsabilidade civil e criminal dos infratores.

Exigimos de nossos representantes Senadores e Deputados no Congresso Nacional que empenhem-se para garantir que a vontade daqueles que os elegeram seja concretizada.

“Verás que um filho teu não foge a luta.”

10 de Outubro de 2012.

Os signatários





PT, PMDB e PSDB negam acordo para encerrar CPI do Cachoeira

BRASÍLIA - Parlamentares do PT, PMDB e PSDB negaram que fecharam acordo para encerrar os trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Cachoeira. O vice-presidente do colegiado e ex-líder do PT na Câmara, deputado Paulo Teixeira (SP) descartou a possibilidade de consenso para poupar aliados nas investigações da comissão e disse tratar-se de hipótese “fantasiosa”. “Estamos aqui para investigar e dar resultados para o nosso país”, afirmou o petista.
O líder do PSDB no Senado, Alvaro Dias (PR) defendeu a prorrogação dos trabalhos da CPI. “Seria uma afronta concordamos com o encerramento dessa Comissão Parlamentar de Inquérito antes que possamos avançar nas negociações do que consideramos essencial: o monumental desvio de dinheiro público por meio da empresa Delta”, afirmou o tucano.
O relator da CPI, deputado Odair Cunha (PT-MG), não descartou a possibilidade de encerrar a CPI em 4 de novembro, data prevista para o fim das investigações. “Quando eu digo que estou fazendo o relatório, não estou admitindo nem negando a prorrogação. Estou fazendo o relatório”, disse. Cunha disse que tem discutido a questão com líderes partidários.
O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) está coletando assinaturas para a prorrogação da CPI, cujos integrantes devem se reunir na semana que vem. Os parlamentares da CPI ouvem nesta terça-feira o depoimento do deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO), que assume ser amigo de Carlinhos Cachoeira e é apontado como participante do esquema do empresário.



A CPMI do Cachoeira é uma comissão parlamentar mista de inquérito (Câmara dos Deputados e Senado Federal) criada no Brasil para investigar a atuação do empresário de jogos ilegais Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, e suas ligações com agentes públicos e privados no que se conhece como Crime organizado no Brasil.



A motivação pela criação da CPMI foi a repercussão da Operação Monte Carlo da Polícia Federal do Brasil. O requerimento de criação da comissão foi assinado por 337 deputados e 72 senadores, bem mais que o mínimo necessário e lido regimentalmente em plenário.[1] A CPMI foi oficialmente instalada em 25 de abril de 2012.

Compõem a direção dos trabalhos da CPMI:
Presidente: Senador Vital do Rêgo Filho (PMDB)[3]
Vice-Presidente: ainda não escolhido
Relator: Deputado Odair Cunha (PT)[4]
A Comissão é composta por 32 membros titulares, sendo 16 deputados e 16 senadores.[5]
[editar]Senadores
Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB), Sérgio de Souza (PMDB-PR), Ricardo Ferraço (PMDB-ES), Ciro Nogueira (PP-PI), Paulo Davim (PV-RN), José Pimentel (PT-CE), Humberto Costa (PT-PE), Vanessa Grazziotin (PC do B-AM), Pedro Taques (PDT-MT), Lídice da Mata (PSB-BA), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Álvaro Dias (PSDB-PR), Jayme Campos (DEM-MT), Fernando Collor de Mello (PTB-AL), Vicentinho Alves (PR-TO), Kátia Abreu (PSD-TO)
[editar]Deputados
Cândido Vaccarezza (PT-SP), Odair Cunha (PT-MG), Paulo Teixeira (PT-SP), Luiz Pitiman (PMDB-DF), Iris de Araujo (PMDB-GO), Carlos Sampaio (PSDB-SP), Fernando Francischini (PSDB-PR), Onyx Lorenzoni (DEM-RS), Rubens Bueno (PPS-PR), Maurício Lessa (PR-AL), Protógenes Queiroz (PC do B-SP), Miro Teixeira (PDT-RJ), Silvio Costa (PTB-PE), Paulo Foletto (PSB-ES), Filipe Pereira (PSC-RJ), Gladson Cameli (PP-AM).

Carlos Augusto de Almeida Ramos, mais conhecido como Carlinhos Cachoeira, também denominado pela imprensa de Carlos Augusto Ramos (Anápolis, 3 de maio de 1963, é um empresário brasileiro, preso sob acusações como envolvimento no crime organizado e corrupção.
O nome de Carlinhos Cachoeira ganhou repercussão nacional em 2004 após a divulgação de vídeo gravado por ele onde Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil José Dirceu, lhe faz pedido de propina para arrecadar fundos para a campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores e do Partido Socialista Brasileiro no Rio de Janeiro. Em troca, Diniz prometia ajudar Carlinhos Cachoeira numa concorrência pública carioca. A divulgação do vídeo se transformou no primeiro grande escândalo de corrupção do governo Lula.

Escândalo em 2004: Caso Waldomiro Diniz

Cachoeira ganhou notoriedade da imprensa e opinião pública brasileira (com até repecussão internacional, pois chegou a ser chamado de "Charlie Waterfall", pelo New York Times)[5] em 2004, após a divulgação da fita gravada em 2002 por ele mesmo juntamente com outro empresário Waldomiro Diniz, divulgada pela Revista Época em 13 de fevereiro de 2004. Na gravação, Waldomiro Diniz aparece extorquindo Augusto Ramos para arrecadar fundos para a campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores e do Partido Socialista Brasileiro no Rio de Janeiro. Em troca, Diniz prometia ajudar Augusto Ramos numa concorrência pública.
No entanto, a ajuda de 2002 não ocorreu, razão na qual Cachoeira enviou a fita ao então senador Antero Paes de Barros, que por vez enviou ao Ministério Público de Brasília, na qual os reportéres da revista Época conseguiram a cópia divulgando-a, com isso milhares de pessoas que já trabalhavam nas casas de bingos perderam seus empregos e sua profissão não é mais reconhecida pelo sistema trabalhista.
Após a divulgação da denúncia, Waldomiro Diniz deixou o governo no mesmo dia, provocando a primeira crise política no Governo Lula. A oposição e até aliados do governo tentaram criar CPI dos Bingos, mas as manobras do presidente Lula barraram a criação, deixando o governo sob suspeita até o surgimento do Escândalo do Mensalão em 2005.
Durante o ano de 2004, a imprensa brasileira dedicou grande espaço para divulgar esta, que foi a primeira crise ética (ou política) do Governo Lula. A divulgação das imagens de entrega de propina enfraqueceu a posição política influente do então ministro José Dirceu no governo, pois Diniz era assessor direto e amigo pessoal de Dirceu por quase 12 anos (1992-2004). Em 2005, após surgimento do Mensalão e as graves acusações do envolvimento do ministro no esquema e ao caso não investigado de 2004, culminou no pedido do afastamento das dependências governamentais do Primeiro Ministro até então virtual .

Prisão em 2012
m 29 de fevereiro de 2012, Carlinhos Cachoeira foi preso pela Polícia Federal durante a Operação Monte Carlo, operação que desarticulou a organização que explorava máquinas de caça-níquel no Estado de Goiás por 17 anos. Escutas da operação acabaram atingindo diretamente o senador da república Demóstenes Torres (DEM-GO), em conversas sobre dinheiro supostamente fruto de propina. Indiretamente, as investigações da PF atingiram também as administrações dos governos de Agnelo Queiroz (PT-DF) e Marconi Perillo (PSDB-GO).[6] Revelaram também as relações de Cachoeira com o jornalista Policarpo Júnior, da revista Veja.[7]
Em 1º de março, um dia depois da prisão, foi transferido para presídio federal de segurança máxima em Mossoró, no Rio Grande do Norte, mas só foi noticiado somente no dia seguinte.[8][9] Gerou polêmica a contratação do advogado Márcio Thomaz Bastos, que foi ex-ministro da Justiça no governo Lula, que entrou com pedido de Habeas Corpus para a soltura de seu cliente pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, mas foi negado. Em 9 de abril, Bastos entrou com segundo pedido de Habeas Corpus,[10] mas foi negado novamente. Em abril, foi transferido no Presídio da Papuda.

Novos fatos após a prisão

Após a prisão, surgiram denúncias pela imprensa, através de divulgações da Polícia Federal, em que Cachoeira tinha relação com o senador Demóstenes Torres, o governador Marconi Perillo (ambos de Goiás), cinco deputados federais (Sandes Júnior - PP, Carlos Alberto Leréia - PSDB, Stepan Nercessian - PPS, Leonardo Vilela - PSDB e Protógenes Queiroz - PCdoB) e a chefe de gabinete do governador Perillo, Eliane Pinheiro, que pediu demissão em razão das denúncias.[11] O deputado Carlos Alberto Leréia (PSDB), que afirmou em discurso no plenário da Câmara ser amigo pessoal de Carlinhos Cachoeira, foi flagrado nas escutas feitas pela PF durante a Operação Monte Carlo recebendo o código de segurança do cartão de crédito de Cachoeira, para que o deputado pudesse fazer uma compra na Internet.[2]
Em 9 de abril, é a vez de Cláudio Monteiro, chefe de gabinete do governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz pedir demissão após conversas suas aparecerem em gravações da PF.[12] Reportagens mostram ainda que a Polícia Federal relata a Construtora Delta, a maior empreiteira de obras do PAC do governo Federal e que teve José Dirceu como consultor, como provável envolvida com o esquema.[13]
Em 13 de abril, o blog do Paulinho, do jornalista Paulo Cezar Andrade Prado, afirmou que o comentarista e apresentador Jorge Kajuru, do TV Esporte Interativo, pediu dinheiro ao bicheiro em 2011. No mesmo dia, em defesa, Kajuru negou afirmando “se eu tivesse alguma relação com o Cachoeira, não teria dito semana passada publicamente em meu programa que já fui patrocinado por uma empresa dele (...). Fiz comercial de uma empresa do qual ele é proprietário, sem saber no que ele estava envolvido. Até porque se eu soubesse, não arriscaria meus 35 anos de carreira por um patrocínio de 5 mil” e acrescentou que se a Justiça prender todos que receberam patrocínio dele, “terão que prender a Globo, o SBT em Goiás e a própria IstoÉ”, disse. Afirmou que o blogueiro o persegue há anos e diz que rompeu com ele, após publicar notícias ofensivas contra ex-jogador, atual apresentador da Bandeirantes e amigo pessoal, Neto, no nome do blog na qual Prado era responsável pela publicação e que vai processar bloqueiro.[14]
Andressa Mendonça, companheira de Carlinhos Cachoeira, também foi citada na Operação Monte Carlo como sendo suposta laranja de Cachoeira na aquisição de uma fazenda de R$ 20 milhões entre Luziânia e Santa Maria (a cem quilômetros de Brasília). Diálogos interceptados na operação mostram que Cachoeira planejava fracionar e revender pequenos lotes da propriedade, rendendo até R$ 58 milhões ao bicheiro.[15]
Andressa Mendonça foi detida pela Polícia Federal por ter tentado intimidar o juiz federal Alderico da Rocha Santos, em seu gabinete, alegando estar de posse de um dossiê contra ele, o qual teria sido elaborado pelo jornalista Policarpo Júnior, chefe da revista Veja em Brasília, e que tal dossiê seria veiculado pela Veja, caso Cachoeira não fosse libertado.[16][17][18][19] Andressa foi liberada da PF após garantir fiança de R$ 100 mil. Andressa está sendo monitorada pela PF e está proibida de ter contato com Cachoeira ou pessoas vinculadas ao processo da Operação Monte Carlo. A PF apreendeu, na casa dela, computadores, tablets, celulares e documentos.[20]

SUGESTÃO ENVIE UM EMAIL COM COPIA DESTA MATERIA PARA TODOS OS EMAIS ABAIXO.

Senadores Titulares da CPMI “Vegas” “Monte Carlo” (Cachoeira)José Pimentel PT/CE, Humberto Costa PT/PE, Lídice da Mata PSB/BA, Pedro Taques PDT/MT, Vanessa Grazziotin PCdoB/AM, Vital do Rêgo PMDB/PB, Ricardo Ferraço PMDB/PB, Sérgio Souza PMDB/PR, Ciro Nogueira PP/PI, Paulo Davim PV/RN, Jayme Campos DEM/MT, Álvaro Dias PSDB/PR, Cássio Cunha Lima PSDB/`PB, Fernando Collor PTB/AL, Vicentinho Alves PR/TO, Kátia Abreu PSD/TO
Lista de Emails Senadores Titulares da CPMI
gab.josepimentel@senado.gov.br;humberto.costa@senador.gov.br;idice.mata@senadora.gov.br;pedrotaques@senador.gov.br;vanessa.grazziotin@senadora.gov.br;vital.rego@senador.gov.br;ricardoferraco@senador.gov.br;sergiosouza@senado.gov.br;ciro.nogueira@senador.gov.br;paulodavim@senador.gov.br;jayme.campos@senador.gov.br;alvarodias@senador.gov.br;cassio@senador.gov.br;fernando.collor@senador.gov.br;vicentinho.alves@senador.gov.br;katia.abreu@senadora.gov.br

Senadores Suplentes da CPMI
Wellington Dias PT/PI, Jorge Viana PT/AC, Walter Pinheiro PT/BA, Delcídio Amaral PT/MS, Acir Gurgacz PDT/RO, Benedito Lira, Aloysio Nunes Ferreira PSDB/SP, Jarbas Vasconcelos PMDB/PE, Randolfe Rodrigues PSOL/AP, Sérgio Petecão PSD/AC

Lista de Emails Senadores Suplentes da CPMI
wellington.dias@senador.gov.br;jorgeviana.acre@senador.gov.br;pinheiro@senador.gov.br;delcidio.amaral@senador.gov.br;acir@senador.gov.br;benedito.lira@senador.gov.br;aloysionunes.ferreira@senador.gov.br;jarbas.vasconcelos@senador.gov.br;randolfe.rodrigues@senador.gov.br;sergiopetecao@senador.gov.br

Outros emails importantes
Liderança do Governo - Arlindo Chinaglia, Liderança de Minoria - Antonio Carlos Mendes Thame, Jilmar Tatto - PT, Henrique Eduardo Alves - PMDB, Bruno Araújo - PSDB, Guilherme Campos - PSD, Arthur Lira - PP, Lincoln Portela - PR, Givaldo Carimbão - PSB, Antônio Carlos Magalhães Neto - DEM, André Figueiredo - PDT, Jovair Arantes - PTB, André Moura - PSC, Luciana Santos - PCdoB, Sarney Filho - PV, Antônio Bulhões - PRB, Rubens Bueno - PPS, Rosinha Da Adefal - PTdoB, Chico Alencar - PSOL

Lista de Emails Lideranças dos Partidos
lid.govcamara@camara.gov.br;lid.min@camara.gov.br;lid.pt@camara.gov.br;lid.pmdb@camara.gov.br;lid.psdb@camara.gov.br;lid.psd@camara.gov.br;lid.pp@camara.gov.br;lid.pr@camara.gov.br;lid.psb@camara.gov.br;lid.dem@camara.gov.br;lid.pdt@camara.gov.br;lid.ptb@camara.gov.br;lid.psc@camara.gov.br;lid.pcdob@camara.gov.br;lid.pv@camara.gov.br;lid.prb@camara.gov.br;lid.pps@camara.gov.br;lid.psol@camara.gov.br


VERÁS QUE UM FILHO TEU NÃO FOGE A LUTA.

sábado, 11 de agosto de 2012

Nas Próximas Eleições, Invista Algum Tempo E Pesquise Bem Os Seus Candidatos.

Acorda Cidadão!
Nas Próximas Eleições, Invista Algum Tempo E Pesquise Bem Os Seus Candidatos, Suas Propostas, Quem Apóiam E Quem Os Financiam. Evite 4 Anos De Dores De Cabeça, Vote Consciente, Vote Com Responsabilidade.
Sorriso Bonito, Simpatia E Carisma Não São Propostas!
Não espere que outros decidam por você.  Questione, cobre, fiscalize! 


MAIS CORRUPÇÃO
  
LISTA PROIBIDA DOS VEREADORES DE CURITIBA (atualizada em 23 de julho de 2012)
Não vote e não reeleja os seguintes vereadores de Curitiba.
Ajude com novos nomes e justificativas.
Vereadores que pretendam ver seus nomes retirados da lista, favor enviar solicitação com justificativa.
NÃO VOTEM NOS SEGUINTES NOMES:
Aladim Luciano (PV):
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB)
Votou “sim” pela lei que permite a transferência da permissão de táxi para familiares e terceiros em caso de morte do taxista, o que é totalmente inconstitucional e imoral.
Tirou 1,6 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Aldemir Manfron (PP):
Aumentou sua própria remunerações para R$ 13,5 mil e ainda criou o seu 13º salário.
Não pediu o afastamento definitivo de João Cláudio Derosso.
Votou em João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Tirou 1,9 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Algaci Túlio (PMDB):
Confessou que os parlamentares que atuam em meios de comunicação, inclusive ele, receberam verbas para divulgar ações da Casa. Os vereadores compravam notas fiscais de outras empresas para emiti-las em nome da Oficina da Notícia, empresa de Cláudia Queiroz, esposa do ex-presidente do legislativo municipal João Cláudio Derosso (PSDB).
Segundo a Gazeta do Povo é um dos vereadores que têm ligação com beneficiários de verba publicitária. Documentos mostram que vereadores têm servidores ou parentes que receberam dinheiro da comunicação da Câmara, o que fere a Constituição e a Lei 8.666/93.
Tirou 1,7 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Não tentará a reeleição.
Beto Moraes (PSDB):
Aumentou sua própria remunerações para R$ 13,5 mil e ainda criou o seu 13º salário.
Demorou muito para pedir o afastamento definitivo de João Cláudio Derosso.
Votou em João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Votou “sim” pela lei que permite a transferência da permissão de táxi para familiares e terceiros em caso de morte do taxista, o que é totalmente inconstitucional e imoral.
Tirou 0,6 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Caíque Ferrante (PRP):
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB)
Se absteve e deixou ser eleito João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Tirou 1,2 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Não tentará a reeleição. Não vote em quem ele apoiar.
Celso Torquato (PSD):
É do PSD, partido que foi criado por membros do DEMO para fugirem da pecha de direitistas conservadores e poderem conseguir um boquinha no governo federal.
Votou em João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Votou “sim” pela lei que permite a transferência da permissão de táxi para familiares e terceiros em caso de morte do taxista, o que é totalmente inconstitucional e imoral.
Tirou 2,9 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Denilson Pires (DEM):
Foi o relator da “CPI do Derosso” que recomendou a total absolvição do presidente João Cláudio Derosso (PSDB), acusado pelo Ministério de Público de várias irregularidades.
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Paraná, o denunciou à Justiça por formação de quadrilha, acusado de desviar R$ 8,1 milhões do Sindicato dos Moto­­ris­tas e Cobradores de Curitiba e Re­­gião Metropolitana (Sindimoc) en­­tre 2006 e 2010 (foi presidente do sindicato por 12 anos). Para o Gaeco, foi usado dinheiro do sindicato para despesas com manutenção e abastecimento de veículos particulares, em lojas de conveniência (com notas fiscais inexistentes), assessoria jurídica, cirurgia particular, despesas com alimentação (sem comprovação), pagamentos de contas pessoais e adiantamentos, além da não contabilização de receitas.
Votou em João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Votou “sim” pela lei que permite a transferência da permissão de táxi para familiares e terceiros em caso de morte do taxista, o que é totalmente inconstitucional e imoral.
Tirou 0,8 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Dirceu Moreira (PSL):
Relator do Conselho de Ética da Câmara Municipal de Curitiba, apresentou relatório solicitando o arquivamento da representação contra o presidente da Câmara, João Cláudio Derosso (PSDB), referente ao contrato milionário que celebrou com a empresa de sua esposa.
Aumentou sua própria remunerações para R$ 13,5 mil e ainda criou o seu 13º salário.
Não pediu o afastamento definitivo de João Cláudio Derosso.
Votou em João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Votou “sim” pela lei que permite a transferência da permissão de táxi para familiares e terceiros em caso de morte do taxista, o que é totalmente inconstitucional e imoral.
Tirou 4,8 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Dona Lourdes (PSB):
É do Partido “Socialista” Brasileiro mas vota apenas projetos neoliberais. Está no partido errado.
Votou em João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Votou “sim” pela lei que permite a transferência da permissão de táxi para familiares e terceiros em caso de morte do taxista, o que é totalmente inconstitucional e imoral.
Tirou 0,0 em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Emerson Prado (PSDB):
Segundo a Gazeta do Povo é um dos vereadores que têm ligação com beneficiários de verba publicitária. Documentos mostram que vereadores têm servidores ou parentes que receberam dinheiro da comunicação da Câmara, o que fere a Constituição e a Lei 8.666/93.
Foi membro da “CPI do Derosso” que votou pela total absolvição do presidente João Cláudio Derosso (PSDB), acusado pelo Ministério de Público de várias irregularidades.
Foi preso de madrugada acusado de desacato por policiais militares, e estaria batendo numa mulher, segundo a Banda B. Preso, alegou que renda mensal é de R$ 100 (cem reais) por mês.
R$ 100? Como assim? Ele mesmo votou pelo aumento de sua própria remunerações para R$ 13,5 mil e ainda criou o seu 13º salário.
Em 2009 foi indiciado por estar dirigindo embriagado quando se envolveu em um acidente de trânsito no bairro Cajuru, onde mora. Em seu depoimento justificou que o cheiro etílico descrito por policiais que o abordaram foi provocado pelo uso de álcool gel para prevenção da gripe A.
Votou em João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Votou “sim” pela lei que permite a transferência da permissão de táxi para familiares e terceiros em caso de morte do taxista, o que é totalmente inconstitucional e imoral.
Segundo a Gazeta do Povo seu assessor fazia negócios com a Câmara, no próprio gabinete do vereador.
Tirou 1,6 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Felipe Braga Cortes (PSDB):
É do PSDB, o partido da privataria Tucana.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Votou em João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Votou “sim” pela lei que permite a transferência da permissão de táxi para familiares e terceiros em caso de morte do taxista, o que é totalmente inconstitucional e imoral.
Tirou 3,2 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
É o quinto vereador que mais faltou sem justificativas na Câmara de Curitiba (12 sem justificativa e 85 com justificativa).
Francisco Garcez (PSDB):
Segundo a Gazeta do Povo é um dos vereadores que têm ligação com beneficiários de verba publicitária. Documentos mostram que vereadores têm servidores ou parentes que receberam dinheiro da comunicação da Câmara, o que fere a Constituição e a Lei 8.666/93.
É do PSDB, o partido da Privataria Tucana.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB)
Votou em João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Votou “sim” pela lei que permite a transferência da permissão de táxi para familiares e terceiros em caso de morte do taxista, o que é totalmente inconstitucional e imoral.
A Câmara de Vereadores repassou para sua empresa de publicidade pelo menos R$ 31,5 mil, segundo a Gazeta do Povo, o que é ilegal.
Tirou 3,3 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Jair Cézar (PSDB):
É do PSDB, o partido da Privataria Tucana.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Votou em João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Tirou 4,6 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Jairo Marcelino (PSD):
É do PSD, partido que foi criado por membros do DEMO para fugirem da pecha de direitistas conservadores e poderem conseguir um boquinha no governo federal.
Votou em João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Votou “sim” pela lei que permite a transferência da permissão de táxi para familiares e terceiros em caso de morte do taxista, o que é totalmente inconstitucional e imoral.
Tirou 1,4 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
É o segundo vereador que mais faltou sem justificativas na Câmara de Curitiba (17 sem justificativa e 61 com justificativa).
João Cláudio Derosso (ex-PSDB):
Ex-presidente da Câmara Municipal de Curitiba, renunciou à presidência depois que viu que seria cassado.
Era presidente há 15 anos, está sendo acusado pelo Ministério Público de celebrar contrato milionário com a empresa de publicidade da própria esposa, entre outras irregularidades.
O MP o acusa de nepotismo, por contratar em cargo comissionado a sogra e a cunhada.
MP o acusa de contratar 5 servidores fantasmas.
Aumentou sua própria remunerações para R$ 13,5 mil e ainda criou o seu 13º salário.
Seria o vice de Luciano Ducci (PSB), antes do escândalo.
Votou em João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Segundo a Gazeta do Povo é um dos vereadores que têm ligação com beneficiários de verba publicitária. Documentos mostram que vereadores têm servidores ou parentes que receberam dinheiro da comunicação da Câmara, o que fere a Constituição e a Lei 8.666/93.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Votou “sim” pela lei que permite a transferência da permissão de táxi para familiares e terceiros em caso de morte do taxista, o que é totalmente inconstitucional e imoral.
Tirou 0,0 em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Se desligou do PSDB e não poderá ser candidato em 2012!
Perdeu o cargo por decisão do TRE/PR.
Agora quer eleger a irmã, Mary Derosso, para continuar a dinastia da família Derosso na Câmara.
João do Suco – João Luiz Cordeiro (PSDB):
Segundo a Gazeta do Povo é um dos vereadores que têm ligação com beneficiários de verba publicitária. Documentos mostram que vereadores têm servidores ou parentes que receberam dinheiro da comunicação da Câmara, o que fere a Constituição e a Lei 8.666/93.
Demorou muito para pedir o afastamento definitivo de João Cláudio Derosso.
Aumentou sua própria remunerações para R$ 13,5 mil e ainda criou o seu 13º salário.
Líder do prefeito Luciano Ducci (PSB), mandou que os demais vereadores de situação votassem contra um pedido de informações sobre a organização social – OS chamada ICI (Instituto Curitiba de Informática), pois para ele o ICI “é independente”. Mas o ICI recebe milhões de dinheiro público e pode e deve ser fiscalizado!
Votou em nele mesmo para presidente da Câmara de Vereadores, ele que é o candidato do Derosso.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Tirou 2,1 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Jorge Yamawaki (PSDB):
Relator no Conselho de Ética da Câmara Municipal, teve a coragem de escrever em seu relatório que o presidente da casa, João Cláudio Derosso (também do PSDB), não cometeu nenhuma irregularidade, mas apenas um desvio ético no escândalo com a empresa de sua esposa com contrato milionário com a Câmara. Recomendou, assim, apenas o afastamento de Derosso por 90 dias.
Aumentou sua própria remunerações para R$ 13,5 mil e ainda criou o seu 13º salário.
Votou em João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Votou “sim” pela lei que permite a transferência da permissão de táxi para familiares e terceiros em caso de morte do taxista, o que é totalmente inconstitucional e imoral.
Tirou 3,1 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Juliano Borghetti (PP):
Aumentou sua própria remunerações para R$ 13,5 mil e ainda criou o seu 13º salário.
É do PP, o partido que já foi ARENA e PDS, apoiador da ditadura e golpe militar de 1964. É o partido de Paulo Maluf.
Se absteve e deixou ser eleito João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Votou “sim” pela lei que permite a transferência da permissão de táxi para familiares e terceiros em caso de morte do taxista, o que é totalmente inconstitucional e imoral.
Tirou 1,4 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Julião Sobota (PSC):
Não pediu o afastamento definitivo de João Cláudio Derosso.
Faltou a primeira sessão do ano na Câmara Municipal para ir ao jogo do Atlético/PR.
Aumentou sua própria remunerações para R$ 13,5 mil e ainda criou o seu 13º salário.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Votou “sim” pela lei que permite a transferência da permissão de táxi para familiares e terceiros em caso de morte do taxista, o que é totalmente inconstitucional e imoral.
Tirou 0,5 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Maria Goretti (PSDB):
É do PSDB, o partido da Privataria Tucana.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB). Pediu para retirar seu nome da Lista Proibida por estar faz pouco tempo na Câmara mas não demonstrou estar fiscalizando Ducci.
Nely Almeida (PSDB):
Foi membro da “CPI do Derosso” que votou pela total absolvição do presidente João Cláudio Derosso (PSDB), acusado pelo Ministério de Público de várias irregularidades.
Não pediu o afastamento definitivo de João Cláudio Derosso.
Votou em João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Votou “sim” pela lei que permite a transferência da permissão de táxi para familiares e terceiros em caso de morte do taxista, o que é totalmente inconstitucional e imoral.
Tirou 0,2 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Não tentará a reeleição. Não vote em quem ela apoiar.
Odilon Volckmann (PSDB):
Está sendo acusado de nepotismo na Câmara de Vereadores, por ter contratado em seu gabinete sua atual namorada.
Está envolvido em suposta irregularidade com o cartão qualidade da prefeitura de Curitiba. Imagens da RPVTV mostram servidores municipais usando o cartão, fornecido pela prefeitura, para simular compras no mercado do vereador, que ficava com 10% e os servidores embolsavam o resto.
Votou em João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Votou “sim” pela lei que permite a transferência da permissão de táxi para familiares e terceiros em caso de morte do taxista, o que é totalmente inconstitucional e imoral.
Tirou 0,6 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Pastor Valdemir Soares (PRB):
Não quer o impeachment de João Cláudio Derosso (PSDB), é contra seu afastamento definitivo.
Aumentou sua própria remunerações para R$ 13,5 mil e ainda criou o seu 13º salário.
Votou em João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Votou “sim” pela lei que permite a transferência da permissão de táxi para familiares e terceiros em caso de morte do taxista, o que é totalmente inconstitucional e imoral.
Tirou 1,7 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
É o terceiro vereador que mais faltou sem justificativas na Câmara de Curitiba (15 sem justificativa e 59 com justificativa).
Paulo Frote (PSDB):
Segundo a Gazeta do Povo, é ficha suja. Foi condenado em 2009 pelo TJ por improbidade administrativa e enriquecimento ilícito.
Foi membro da “CPI do Derosso” que votou pela total absolvição do presidente João Cláudio Derosso (PSDB), acusado pelo Ministério de Público de várias irregularidades.
Não pediu o afastamento definitivo de João Cláudio Derosso.
Aumentou sua própria remunerações para R$ 13,5 mil e ainda criou o seu 13º salário.
Votou em João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Tirou 0,6 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Renunciou ao cargo uma hora e cinco minutos após receber a notícia de que teria que enfrentar um processo de cassação do mandato, por peculato. Seria aberto um processo pela Câmara por causa da denúncia de que ele teria ficado com parte dos salários dos funcionários do gabinete, segundo informações de um ofício da 10ª Vara Criminal de Curitiba.
Não poderá se reeleger por causa da renúncia. Não vote em quem ele apoiar.
Pedro Paulo (PT):
Segundo a Gazeta do Povo é um dos vereadores que têm ligação com beneficiários de verba publicitária. Documentos mostram que vereadores têm servidores ou parentes que receberam dinheiro da comunicação da Câmara, o que fere a Constituição e a Lei 8.666/93.
Professor Galdino (PSDB):
Demorou muito para pedir o afastamento definitivo de João Cláudio Derosso.
Envolvido em vários escândalos com seus ex-funcionários.
Votou em João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Votou “sim” pela lei que permite a transferência da permissão de táxi para familiares e terceiros em caso de morte do taxista, o que é totalmente inconstitucional e imoral.
Tirou 2,7 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
É o quarto vereador que mais faltou sem justificativas na Câmara de Curitiba (13 sem justificativa e 48 com justificativa).
Renata Bueno (PPS):
Tirou 3,6 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB), inclusive seu pai é vice de Ducci.
É a vereadora que mais faltou sem justificativas na Câmara de Curitiba (27 sem justificativa e 93 com justificativa).
Roberto Hinça (PSD):
Segundo a Gazeta do Povo é um dos vereadores que têm ligação com beneficiários de verba publicitária. Documentos mostram que vereadores têm servidores ou parentes que receberam dinheiro da comunicação da Câmara, o que fere a Constituição e a Lei 8.666/93.
É do PSD, partido que foi criado por membros do DEMO para fugirem da pecha de direitistas conservadores e poderem conseguir um boquinha no governo federal.
Votou em João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Apoiou que as concessões/permissões de serviços públicos dos taxistas fossem herdados por seus parentes, o que é uma total inconstitucionalidade.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Vereadores que atuam em meios de comunicação receberam verbas para divulgar ações da Casa. Os vereadores compravam notas fiscais de outras empresas para emiti-las em nome da Oficina da Notícia, empresa de Cláudia Queiroz, esposa do ex-presidente do legislativo municipal João Cláudio Derosso (PSDB). Muitas dessas notas fiscais eram emitidas por empresas de funcionários da própria Câmara Municipal. É o caso de Laércio Men, funcionário do gabinete do vereador Roberto Hinça, entre 2006 e 2010, e dono da Men & Cia. A empresa recebeu dinheiro para fazer propaganda da Câmara em programas de rádio e televisão. Esta prática é ilegal. De acordo com a legislação que rege os procedimentos licitatórios no país, o servidor público não pode prestar serviços extras ao poder público, mesmo que indiretamente.
Tirou 0,5 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Sabino Picolo (DEMO):
Não pediu o afastamento definitivo de João Cláudio Derosso.
Como presidente interino da Câmara, arquivou pedido de afastamento do Derosso.
Apresentou 19 propostas voltadas ao Hospital Santa Madalena Sofia, administrado pela esposa e parentes dela.
Votou em João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Votou “sim” pela lei que permite a transferência da permissão de táxi para familiares e terceiros em caso de morte do taxista, o que é totalmente inconstitucional e imoral.
Tirou 0,3 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Serginho do Posto (PSDB):
Segundo a Gazeta do Povo é um dos vereadores que têm ligação com beneficiários de verba publicitária. Documentos mostram que vereadores têm servidores ou parentes que receberam dinheiro da comunicação da Câmara, o que fere a Constituição e a Lei 8.666/93.
É do PSDB, o partido da Privataria Tucana.
Votou em João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Votou “sim” pela lei que permite a transferência da permissão de táxi para familiares e terceiros em caso de morte do taxista, o que é totalmente inconstitucional e imoral.
Tirou 1,8 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Tico Kuzma (PSB):
É do Partido “Socialista” Brasileiro mas vota apenas projetos neoliberais. Está no partido errado.
Votou em João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Votou “sim” pela lei que permite a transferência da permissão de táxi para familiares e terceiros em caso de morte do taxista, o que é totalmente inconstitucional e imoral.
Tito Zeglin (PDT):
Segundo a Gazeta do Povo é um dos vereadores que têm ligação com beneficiários de verba publicitária. Documentos mostram que vereadores têm servidores ou parentes que receberam dinheiro da comunicação da Câmara, o que fere a Constituição e a Lei 8.666/93.
Aumentou sua própria remunerações para R$ 13,5 mil e ainda criou o seu 13º salário.
Votou “sim” pela lei que permite a transferência da permissão de táxi para familiares e terceiros em caso de morte do taxista, o que é totalmente inconstitucional e imoral.
Tirou 1,7 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Zé Maria (PPS):
Foi membro da “CPI do Derosso” que votou pela total absolvição do presidente João Cláudio Derosso (PSDB), acusado pelo Ministério de Público de várias irregularidades.
Aumentou sua própria remunerações para R$ 13,5 mil e ainda criou o seu 13º salário.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Votou “sim” pela lei que permite a transferência da permissão de táxi para familiares e terceiros em caso de morte do taxista, o que é totalmente inconstitucional e imoral.
Tirou 3,7 (de zero a 10) em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.
Zezinho do Sabará (PSB):
Foi membro da “CPI do Derosso” que votou pela total absolvição do presidente João Cláudio Derosso (PSDB), acusado pelo Ministério de Público de várias irregularidades.
Não pediu o afastamento definitivo de João Cláudio Derosso.
Aumentou sua própria remunerações para R$ 13,5 mil e ainda criou o seu 13º salário.
Votou em João do Suco para presidente da Câmara de Vereadores, o candidato do Derosso.
Não fiscaliza a gestão do prefeito Luciano Ducci (PSB).
Votou “sim” pela lei que permite a transferência da permissão de táxi para familiares e terceiros em caso de morte do taxista, o que é totalmente inconstitucional e imoral.
Tirou 0,0 em nível de transparência segundo a Gazeta do Povo.