CONTADOR DE VISITA

sábado, 11 de setembro de 2010

TODOS TEMOS O DIREITO DE SER FELIZ, VIÚVOS(AS) SOLTEIRAS CASADAS, SEPARADAS, DICAS PARA UM NOVO RELACIONAMENTO. DICAS PARA MELHORAR SEU CASAMENTO. APRENDA MAIS SOBRE ELES E ELAS.

Toda mulher tem o direito de ser feliz. INDEPENDENTE SE O CASAMENTO ACABOU, SE É VIUVA, OU SOLTEIRA.


Olha, todo mundo tem direito a felicidade e não é um filho um divorcio, ou um falecimento que será um impedimento para a sua FELICIDADE.
















RECEM SEPARADOS OU VIUVOS(AS)

Meu conselho é que não tenha pressa, não se cobre muito nesse momento. Viva o seu tempo da dor, das perguntas, dos questionamentos e naturalmente a vida retoma seu rumo.

Você deve pensar assim: Quero um homem ou uma mulher para eu fazê-lo (A) feliz. Pensando dessa maneira você vai atrair para si um homem ou mulher que semelhantemente vai estar querendo uma mulher para fazê-la feliz.

Ai vocês estarão em sintonia e vão se encontrar. E serão felizes. Parece a mesma coisa, mas não é. Se eu quero alguém para me fazer feliz, estou tendo um pensamento egoísta e vou atrair outro egoísta. Dois egoístas juntos só da infelicidade.

Se eu quero me doar incondicionalmente em favor da felicidade de alguém estarei tendo um pensamento altruísta e vou atrair para mim alguém que também quer se doar incondicionalmente em favor da minha felicidade, e ai o encontro será de muita felicidade.





NOVO CASAMENTO, NOVO LAR




















Numa relação na qual o homem tem filhos, ex-esposa e na maioria dos casos, ex-esposas, a união pode se transformar numa guerra, numa luta de espaço. Tanto a nova mulher como os filhos lutarão pelo amor e pelo controle da situação.

A estranha mulher, que chega pra "ocupar" o lugar da mãe, da dona da casa, realmente assusta os filhos do casamento anterior/ anteriores.

Eles pensam mais ou menos assim: que mulher é essa? O que ela vai tirar de mim? O que ela quer do meu pai? Será uma aventureira? Mais uma? Vai querer mandar em mim? Terá poder sobre o meu pai? Sobre mim? Chiii! Vai mudar a rotina da casa! Meu pai tá amarradão nela e não vai sobrar amor pra mim...

São tantas as incertezas e "certezas", que muitos filhos adoecem, criam problemas e apelam para chantagens, tentando destruir a união.

A situação fica tão difícil que muitos casais não conseguem superar os conflitos, causados pela falta de diálogo, de uma definição das posições que cada um ocupa naquele recinto que se pretende chamar de "lar, doce lar".

SEGUNDA MÃE
















Vamos pôr as coisas nos seus devidos lugares.

Pra começar, a mulher que chega jamais deve se auto-intitular "segunda mãe" dos pimpolhos, mesmo que sejam órfãos e tenham a idade que tiverem. Já diz o velho ditado: "Mãe só há uma".

Também é importante que a mulher se coloque no lugar das crianças. Pergunte-se: Se eu fosse uma delas, indefesa, conhecendo o novo amor de meu pai, como me sentiria? Ficaria insegura, com medo de perdê-lo, de perder as regalias? Já imaginou quanto sentimento de perda?

Cuidado com a maneira de chamar a atenção. Lembre-se de que os filhos dele não são seus filhos, portanto não os trate como tal. Numa relação mãe-filho, por mais que haja atrito, o elo é tão forte que em geral supera as mágoas. Repare, falei em geral, pois todos sabemos que nem sempre se consegue superá-las. Então é preciso muito tato pra não provocar ressentimentos.

Procure ser amiga, companheira! Um pouco de cerimônia não faz mal a ninguém e ainda denota respeito. A criança, respeitada, saberá respeitar. Mas, se assim não acontecer, será mais fácil você cobrar dela.

Imagine como você gostaria que seus filhos fossem paparicados e faça por eles tudo de melhor que uma mãe possa fazer. Promova a alegria dentro de casa.

É bom ressaltar que, pouco antes de você ser apresentada de forma oficial, muitas coisas já estavam mudadas na casa que você está entrando: o pai ficou mais ausente (estava em fase de namoro, apaixonado...) e os filhos se viram em segundo plano.

Antes do pai encontrar "a outra " (você), ele saía pra almoçar, passar os fins de semana com os filhos, viajar, até porque ele também estava carente de companhia, e os filhos preenchiam os fins de semana, tão cheios de momentos vazios, de melancolia.

E o paizão fazia todas as vontades das crianças, movido pelo sentimento de pena e não de pai-educador, nesse tempo de lazer, de papo furado, de ir ao cinema e de comer pipoca, pizza, e tudo mais de gostoso que foge da rotina.

Geralmente, o pai quer pra ele a parte boa dos filhos. Educação e cobranças cabem à mãe. Cabe a ela o árduo trabalho de cobrar dos filhos que comam espinafre, e do "pai delas", o máximo de "grana" pra cobrir os gastos dos "filhos dele".

Mas aí já é mais um capítulo a ser enfrentado com muita diplomacia e uma boa porção de paciência. (Não vá disputar com a "ex", para ver quem pede mais dinheiro...)

Posicione-se, valorize-se, reforce sua auto-estima e não crie uma situação onde o seu amor tenha que se transformar em árbitro de um jogo, de onde ambos sairão perdendo.

Cabe ao "noivo", ao pai reconhecer a autoridade da nova companheira, dando clara demonstração aos filhos de que endossa as atitudes dela.

É ela que vai dirigir aquele barco que, até então, era uma espécie de barco turístico em que as crianças vinham curtir fim de semana. A nova parceira terá de transformar "aquilo" num lar, onde os limites deverão ser respeitados.



RESPEITO É BOM

O quarto do casal não mais poderá ser invadido, sem que se bata na porta. Há que haver uma obediência aos horários estipulados. Vai ter hora de dormir, de tomar banho, de fazer as refeições e tudo o mais que rege uma família, onde o que impera é o amor ao próximo. E amar ao próximo é respeitar os preceitos da boa convivência.

Pra que a vida no lar volte aos eixos, é indispensável a participação do homem no dia-a-dia dos filhos com a nova mulher.

É importante que fique bem claro que o amor dele pelos filhos não se confunde com o amor dele pela mulher. São diferentes e ocupam lugares distintos no imenso coração de pai.

A parceira também precisa se sentir segura, não sentir ciúme do amor do pai pelos filhos. O amor que o homem sente pela mulher não se compara com o amor paternal.

Os filhos precisam sentir que naquele novo casamento existe harmonia, comunhão de pensamentos e objetivos em prol da felicidade de todos e que os filhos têm importância fundamental no sucesso do novo lar.

As coisas estão diferentes? Claro que estão! Não tem porque negar, nem fantasiar. O melhor a fazer é o pai integrar os filhos na construção dessa mudança, para que eles se sintam seguros e também responsáveis pelo projeto da nova família.

Cultivar a consciência dos filhos nos atos praticados por eles será fundamental para que haja união, afeto e sentimentos bons entre todos, pois o ser humano tem necessidade desse entendimento para viver equilibrado e feliz no seio de sua família.



















SEGURANÇA E AFETO

Quando um dos filhos começa a apresentar distúrbios de comportamento no colégio ou na sociedade, é importante voltar os olhos pra ele, dando-lhe mais amor e confiança.

É de atenção que ele está precisando; busca segurança e proteção. É a autoridade do pai que ele está testando.

E o mau comportamento se resume em insegurança afetiva. O medo o leva pra beira do precipício. Mas o que ele mais almeja é ser salvo pelo "pai-herói".

Então, mãos à obra: muito carinho aliado a um tratamento enérgico e seguro, mostrando claramente, que apelar pra indisciplina e pra revolta não é o melhor caminho pra chamar atenção e ganhar afeto.

O casal precisa planejar as orientações que deverão seguir, a fim de assegurar ao filho uma confiança inabalável, fazendo-o crer que pode contar com o amor do pai e o apoio da nova parceira, cultivando o sentimento de pacto para que haja uma segurança mútua.

O filho precisa ser convencido de que é amado, e que não precisa usar de meios tolos, autodestrutivos, pois a maior vítima será ele próprio, tendo que arcar com as conseqüências do mal que está causando a si.

Quem se candidatar a um novo relacionamento, onde existam filhos de outros casamentos, terá que se preparar pra encarar uma fase que está longe de ser um mar de rosas.

Tudo que foi abordado aqui deve ser aplicado na situação inversa, onde o homem vai ser "o outro" na vida de uma mulher, com filho(s), que se casa novamente.

"O estranho homem, que chega pra "ocupar" o lugar do pai, do dono da casa, realmente assusta os filhos do casamento anterior/ anteriores.



Casar com alguém que já tem filhos pode ser muito complicado. Se você está pensando em fazer isso, a primeira coisa que precisa se perguntar é se está disposto a conviver todos os dias com as crianças, tratando-as com todo amor, como se fossem seus próprios filhos. Caso não esteja, é melhor desistir. Quem tem filhos dificilmente irá deixá-los de lado só porque você não se dá bem com eles.

A única possibilidade de manter um casamento feliz nessas condições é aproximar-se dos filhos da pessoa amada. Lembre-se de quando você conquista os filhos dela, está conquistando-a também, pois para quase todas as pessoas, os filhos são as coisas mais importantes que existem. Ninguém tem o direito de pedir a um pai ou a uma mãe que se distancie dos seus filhos. Se tiver que escolher entre eles e você, pode ter certeza de que seu companheiro ou companheira vai preferir os filhos. E, se por acaso não o fizer, preferindo você aos filhos, não se sinta lisonjeado, mas desconfie do caráter dele ou dela. Portanto, não pode haver intolerância com as crianças, você tem que aceitar sinceramente a presença delas.

As coisas podem se tornar piores quando os filhos já não são mais tão pequenos.

A adolescência é uma fase da vida que se caracteriza pela rebeldia e pela contestação, portanto é natural que os jovens tenham atitudes de desafio frente ao novo casamento dos pais. Você, como adulto, precisa ter muita delicadeza, compreensão e maturidade para evitar que pequenos atritos do cotidiano acabem se transformando em grandes e explosivas crises familiares.

Os adolescentes muitas vezes não conseguem controlar seus sentimentos, cabe aos mais velhos, portanto, agir com calma e serenidade para contornar os conflitos e passar por cima das provocações. É fundamental não assumir uma postura combativa, respeitando o espaço e a individualidade do jovem.

Uma grande parcela da responsabilidade por criar um bom relacionamento entre o novo cônjuge e os filhos cabe aos próprios pais. Eles devem estar muito atentos para evitar qualquer situação que possa provocar o ciúme das crianças. Se os pais não tiverem cuidado, facilmente elas se sentirão postas de lado.

Sem dúvida os filhos podem aceitar o novo casamento dos pais, e até mesmo criar uma boa relação com a madrasta ou o padrasto, mas para isso é essencial que os adultos desenvolvam a capacidade de perceber os sentimentos dos jovens e aprendam a respeitá-los.



Você está sentindo falta de um homem que seja verdadeiramente companheiro e te ame tanto quanto você quer ser amada? Cansada de passar finais de semana sozinha ao invés de celebrar a vida? E chega a pensar... O que tem de errado comigo? Por que eu não encontro aquele cara especial que vai me respeitar e amar.

Para a maioria das mulheres hoje em dia parece que a chama do amor diminui a cada dia. Os problemas tomam conta de sua vida amorosa e a relação fica morna ou mesmo insuportável. Você também sente que seu relacionamento não é exatamente o que você gostaria e esperava?

Muitos casais que decidem permanecer juntos fazem isso apenas pelos filhos... São estranhos vivendo sob o mesmo teto... com infidelidade, frustrações e brigas. Sexo se torna cada vez mais raro e se presente é sem amor. porque certos relacionamentos são bem sucedidos enquanto outros fracassam. Chega de finais de semana sozinha. Chega de ser rejeitada. Chega de cafajestes na sua vida.? Estou falando de amor real e profundo que faz você ter arrepios e os seus olhos brilharem de felicidade. Você não merece ter tudo isso? E você acaba se contentando com pouco pois tem medo de ficar sozinha. Não é mesmo? comportamentos podem fazer com que os homens, parceiros, namorados e maridos sintam falta de algo que eles irão, eventualmente, buscar em outro lugar.





Você sabe realmente fazer uma mulher feliz?












- Fazer uma mulher feliz é fácil.

- Só é necessário ser:

1) Amigo

2) Companheiro

3) Amante

4) Irmão

5) Pai

6) Chefe

7) Educador

8) Cozinheiro

9) Mecânico

10) Encanador

11) Decorador de Interiores

12) Estilista

13) Eletricista

14) Sexólogo

15) Ginecologista

16) Psicólogo

17) Psiquiatra

18) Terapeuta

19) Audaz

20) Simpático

21) Esportista

22) Carinhoso

23) Atento

24) Cavalheiro

25) Inteligente

26) Imaginativo

27) Criativo

28) Doce

29) Forte

30) Compreensivo

31) Tolerante

32) Prudente

33) Ambicioso

34) Capaz

35) Valente

36) Decidido

37) Confiável

38) Respeitador

39) Apaixonado



Além disso:

- Não cuspa no chão;

- Não coce o saco na frente dela;

- Não arrote alto. Aliás, não arrote;

- Dê flores e Muitos presentes;

- Corte e limpe as unhas.. Não coma as unhas;

- Não peide sob o cobertor. Aliás, não peide.

- Levante a tampa do vaso antes de mijar.

- Deixe ela ter ciúme de você, ela pode;

- Use perfume (que preste);

- Dê descarga depois de sair do banheiro;

- Não fale palavrão;

- Não seja engraçadinho com os outros;

- Não fale mal da mãe dela. Aliás, ame a mãe dela;

- Não fique barrigudo. Aliás, não engorde;

- Não demore no banho;

- Não chegue tarde em casa.

- Saia para trabalhar e volte correndo;

- Não beba até tarde com amigos.

- Não seja pão-duro. Use pelo menos 2 cartões de crédito;

- Não diga que mulher não sabe dirigir;

- Não olhe para outras mulheres

- Aprenda a cozinhar;

- Diga ‘eu te amo’ pelo menos 05 vezes por dia;

- Lave a louça;

- Ligue para ela, de qualquer lugar;

- Deixe ela conversar durante horas ao telefone;

- Não ronque;

- Não seja fanático por futebol;

- Faça a barba todos os dias para não arranhá- la; ou deixe crescer de uma vez.

- Repare quando ela cortar o cabelo, mesmo que seja apenas as pontinhas, e diga sempre que ficou lindo…

E é muito importante ainda não esquecer as datas do seu: aniversário, noivado, casamento, formatura, menstruação, data do primeiro beijo;

aniversário da mãe, tia, irmão ou irmã mais querida; aniversário dos avós, da melhor amiga… E do gato. Do papagaio. Da tartaruga etc..

Infelizmente, o cumprimento de todas estas instruções não garante 100% a felicidade dela, porque poderia sentir-se presa a uma vida de

sufocante perfeição e fugir com o primeiro traste ‘gozador da vida’ que encontre.
















COMO FAZER UMA MULHER FELIZ COM 10 INICIATIVAS BASICAS. NESTE GUIA.





















Você não se lembra do aniversário da sua namorada, né? Até sabe, mas o dia que vocês ficaram a primeira vez, nem pensar, né? E o dia que começaram a namorar? Não consegue entender porque sua namorada é insatisfeita com você mesmo com você fazendo-a gozar em quase todas as vezes que transam? Simplesmente não entram na sua cabeça aquelas reclamações rotineiras do seu casório?

Como resolução de ano novo, então, adote o seguinte objetivo: “Conquistar a minha namorada/esposa de uma vez por todas e fazê-la sorrir aos quatro cantos”. Não sabe como? Seus problemas terminaram, companheiro. O Totalmente-Sem Noção tem o orgulho de apresentar aos leitores o Guia para Fazer sua Mulher Feliz com Poucas Iniciativas.


Mulheres são todas iguais? Sim, são todas sensíveis, instáveis, emotivas, passionais e etc. Não interessa. A mulher mais tosca do mundo ou a mais doce terão essas características em comum. Margareth Thatcher, tenho certeza, era durona, mão-de-ferro, seca, séria e tudo o mais para os britânicos. Talvez agisse assim durante 98% do tempo. Mas quando se deitava à cama com Denis Thatcher, seu marido, certamente revelava o lado doce, instável, sensível, passional...


E é esse lado que precisa ser explorado para fazer sua mulher mais feliz. Óbvio que esse guia não é a salvação da lavoura. Se você for um cavalo na cama e um mamute fora dela, tratando-a sem carinho e amor, nada vai dar certo.


Mas, digamos, que você vai bem nesses dois quesitos – trata-a com respeito e devora-a na cama como ela bem merece – e ainda assim há certas reclamações. Deve ser porque é um sujeito ausente e meio convencido de que ela está conquistada. Não faz nenhum esforço, né? Pois vamos às dicas do nosso guia.










Primeira coisa e mais importante: pegue uma agenda (se você usa agenda) ou o seu celular. Você precisará anotar umas coisas.


1 – Flores – A última vez que você mandou flores pra ela foi em 1990 e nem lembra ?., depois do primeiro encontro? Idiota. Mulheres amam flores. Uma ou outra tem alergia. Ou talvez não ligue muito. Anote aí na agenda: enviar flores para ela nos dias 23 de fevereiro, 3 de agosto e 25 de novembro. As datas são espaçadas, você não a sufocará com flores e, o melhor: a pegará de surpresa. Mandar flores no dia do aniversário pode deixá-la feliz e contente, mas não a deixará surpresa. Elas adoram surpresas desse tipo. Anote as datas na agenda, imbecil. Você pode trocá-las, mas certifique-se de enviar as flores três vezes ao ano, em datas bem espaçadas.












2 – Eu te amo – Quando você diz a ela que a ama? Na cama? Certo. Antes de desligar o telefone, mecanicamente? Ok. Um vez por mês, quando ela pede? Credo. Então faz assim. Anote aí na agenda ou coloque para despertar no seu celular: uma vez por mês ligue para ela, do nada, no meio da tarde, de preferência quando ela estiver bem ocupada e nem se lembrar que você existe. Ela vai atender afoita, lhe perguntando meio ríspidamente: “O que é, querido? Tô atoladíssima. No meio de uma reunião”. Você responde na lata: “Nada, meu amor. Liguei só pra dizer que te amo e você me faz feliz. Depois nos falamos mais. Beijo grande”. Ela sorrirá o resto do dia. Fará amor com você intensamente naquela noite. Contará pras amigas. Talvez, até para o chefe que estava sentado à frente dela na hora da ligação.










3 – Quero te comer – Ok, vocês se dão bem na cama. Ou não? Não importa. De vez em quando, em vez de ligar pra ela e dizer que a ama, ligue para dizer alguma pornografia ao telefone. “Tô morrendo de vontade de te chupar inteira.” Ela atenderá na frente do chefe ou em algum ambiente formal. Ficará vermelha como um pimentão. Mas sentirá um frio na espinha, um frio na barriga. Terá problemas de concentração ao longo do dia, pensando em você. Anote na agenda ou no celular: uma ligação por mês, de preferência às sextas-feiras, quando poderá realizar a promessa telefônica com mais tranqüilidade à noite.











4 – As datas – Tu é um idiota com datas, né? Lembre-se das datas importantes. Tente arrancar dela o dia da primeira ficada, o dia da primeira transa, o dia que começaram a namorar, o dia do aniversário dela e o dia do aniversário de casamento de vocês. Vá na sua agenda ou celular e anote todas essas datas. Mas, calma, faz assim: anote uma semana antes um aviso. Dois dias antes, outro aviso. Esse último é para você se lembrar de comprar algo pra ela. No aniversário, lógico, um belo presente. Nas datas de namoro ou casamento, reserve um restaurante ou prepare um jantarzinho. Na verdade, não importa. O fundamental é fazer algo no dia. Só você e ela. Nem que seja só um cineminha e um amor gostoso em casa. Não precisa de pirotecnia. Isso é coisa de novela. Mulher gosta é da lembrança. Nas datas do primeiro beijo ou da primeira ficada, faça alguma coisinha. Tipo, deixe um bilhetinho pra ela no café-da-manhã, lembrando a data. Ou mande um e-mail. “Lembra do nosso primeiro beijo? Fazem sete anos e eu ainda amo beijar sua boca.” Não precisa de mais nada. Nem de gastar dinheiro.





5 – Só você e ela –










Uma coisa mata as mulheres: a falta de momentos exclusivos para ela. Reserve um diazinho no mês – um só – para ficar exclusivamente com ela. Um sábado inteiro. Vá com ela ao shopping, opine no vestido que ela vai comprar, compre uma coisinha pra ela. À noite, faça amor com ela longa e despreocupadamente. Não ligue a tevê. Não atenda ao telefone. Aliás, desligue-o. Exclusividade total. Anote aí: uma vez no mês. Ou uma vez por bimestre. Vale deixar o futebol uma tardezinha.



6 – Os pais – Você não liga muito para o seu sogro, né? Sua sogra é meio xarope? Não importa. Não precisa falar mal deles para sua mulher. Uma crítica aos pais só é bem-vinda se você se dá muito bem com eles e ganha a prerrogativa de uma criticazinha. Há bilhões de anos as mulheres são o berço familiar. Elas se desenvolveram com habilidades para construírem uma família harmoniosa. Se a sua está rachada porque você não se dá bem com os sogros, ela vai ficar sempre com uma pontinha ruim lá no fundo. Seja político. Trate-os amigavelmente. Dê presentes no dia de seus aniversários. Converse sobre negócios e política com o sogrão. Elogie os quadros e as flores da sogra. Não custa nada. Não é por eles. É pela mulher que está ao seu lado, seu idiota.



7 – Habilidades












– Aprenda algumas coisas para agradar sua esposa. Não precisa de muita coisa. Saber cozinhar já é uma ótima. Não precisa saber fazer uma feijoada para trinta pessoas. Mas uma ou duas boas massas, um risoto e uma calda de chocolate para a sobremesa não fazem mal a ninguém. Ela vai adorar. Vai ficar com tesão em lhe ver de avental (claro que você terá um avental masculino). Talvez transe com você na cozinha. Outra opção é aprender a fazer uma boa massagem. Nada como poder dar a ela uma massagem depois que ela retorna de um intenso dia de trabalho. Que mulher vai pensar em chifrar o marido se ele a espera em casa, pronto para fazer uma massagem relaxante? Só uma vagabunda. Presumo que você não esteja com uma, né? Ou está?














8 – Seja previsível – Você adora jogar cartas com os amigos às quartas-feiras? E o futebol de sábado pela manhã, é religioso? Avise isso à ela. Com antecedência. Inicie uma conversa séria e definitiva sobre esses compromissos. Mulher odeia fazer planos com o namorado e ser deixada de lado pelo cara quando pensava que estaria com ele. Avise a ela: “Amor, tenho futebol todo sábado todo sábado das 11h às 13h. Nesse dia, nem marque nada pra gente. Aliás, é uma ótima hora pra você sair com suas amigas”. Pronto. Previsibilidade marcada. Espaço delimitado. O carteado é toda quarta, às 20h? Ótimo. Avise-a. E torne esse encontro com os machos um hábito. Ela se acostumará. Marcará coisas para esse dia com as amigas.



9 – Surpreenda-a sem surpreendê-la – Sim, esse tópico parece uma incoerência com o anterior, né? Mas não é. Sabe aquele sábado no qual você vai passar o dia com ela? Vai ao shopping e a todos os programas com ela? Bem, nesse dia, fique com as orelhas em pé. Repare no que ela vai falar sobre algumas coisas que vê nas vitrines. De repente, ela se apaixona por um vestido, uma jóia, uma blusa, algo para a casa de vocês. Mas ela não compra. É nessa hora, amigo, que você achou o presente de aniversário dela! Ou o presente da data de casamento ou algo assim. Você vai surpreendê-la com o presente que ela queria, vai surpreendê-la com o fato de ter prestado atenção, mas NÃO vai surpreendê-la com um presente que ela não gostou. É tiro e queda.



10 – Faça tudo isso mas não seja babão – Mulher não gosta de homem babão. Trate-a bem. Trate-a carinhosamente. Mas não seja um estorvo. Não seja um meloso bôbo. Um sujeito que diz que ama a mulher 30 vezes ao dia perde a credibilidade. Aquele sujeito que perde as vontades próprias por causa da mulher vira um bundão. Tem dia, que ela não manda em nada. Quem manda é você: “Hoje, vamos a tal restaurante e depois vou fazer amor com você”. Ela não precisa ter escolha. Em outros dias, você determina que ela escolha: “Hoje, você escolhe”. Seja firme na suas decisões do dia-a-dia. Mulher não gosta de homem frouxo, que diz: “Faço o que você quiser, amorzinha... Quer que eu me jogue da ponte?” Esse tipo de homem não dá nenhuma segurança à mulher. Ela não quer ser sua mãe. Ela quer ser mãe dos seus filhos, idiota.














SAIBA COMO FAZER UM HOMEM FELIZ NA CAMA .
















Quando um homem quer agradar uma mulher na cama, sua tarefa principal é fazer com que ela aproveite, e na verdade não é uma tarefa fácil porque o prazer sexual das mulheres, em geral, costuma ser mais difuso e inclui muito mais variações que o dos homens.



Propostas infalíveis

O prazer sexual masculino é mais simples e muito menos romântico que o das mulheres. Um homem pode se sentir sexualmente estimulado desde qualquer ponto de sua pele, mas como todo mundo sabe, sua zona mais sensível são seus genitais. Para agradar a um homem, você não precisa de conhecimentos especiais nem propostas exóticas. Se quer conseguir que ele viva uma experiência inesquecível, há algumas coisas que precisa ter preparadas de antemão:















- Cozinhe algo especial, prático e que possa ser servido frio.

- Deixe por perto dois copos com a bebida preferida dele e a sua.

- Vista uma roupa que você sabe que ele gosta.

- Você pode dar-lhe um banho, ou tomar uma ducha junto com ele. Muitas pessoas preferem estar seguras da higiene do (a) parceiro (a) se vão ter relações íntimas. Faça-o lhe agradar mais.

- Decida de antemão o que vai fazer, se haverá ou não penetração. Se sua intenção é por em prática algum outro tipo de estimulação, tenha isso claro e não permita que ele tome a iniciativa em momento algum.

- Assuma também o método contraceptivo que usará. Camisinhas? Compre-as você e mantenha por perto para a hora que precisar.

- Lembre-se das coisas que ele costumar fazer em você e pense que a maioria das pessoas costuma beijar ou acariciar da maneira como gostaria que fizessem para elas.

- Avise-o, de alguma maneira, que uma surpresa agradável e particular o espera - já pensou se justamente neste dia ele resolve convidar uns amigos para visitarem vocês?

- Ainda que ele fique muito curioso, não dê a menor pista do que o espera. A surpresa é um ponto a favor.



Suas zonas erógenas

A maioria dos casais aprende, ao longo da vida em comum, quais são os pontos sensíveis um do outro. Mas a maioria dos homens, ainda que eles sejam sensíveis às carícias na orelha, pescoço e peito, gosta mesmo é de carícias no pênis.














Fale! O sexo é mais excitante se acompanhado de palavras. Quando acariciar o pênis dele, diga-lhe como te parece bonito - no fundo, quase todo homem guarda em seu coração um resto de complexo de pênis pequeno e fica muito feliz quando uma mulher lhe diz o quão grande, poderoso e belo é o seu "instrumento". Acaricie-o e não permita que ele a toque até que você perceba que está realmente excitado. Lembre-se: a zona mais sensível nele são os genitais.



Não manipule o pênis ou o saco escrotal de maneira brusca, faça os movimentos com suavidade e uma certa lentidão, não use como exemplo o que quer que você tenha visto em filmes pornô - são apenas filmes, a realidade é bem outra. Mas se a carícia deve ser suave, também deve ser firme: segure-o com força e mova-o com delicadeza.



O saco escrotal também é uma região muito sensível e que costuma ser esquecida. Você pode acariciar a pele e inclusive dar mordidinhas ou pequenos beliscões. Também pode pegar um dos testículos e comprimi-lo suavemente com a mão e, ao mesmo tempo, fazer outras coisas com a outra mão e até com a boca. A maioria dos homens sente com mais intensidade o orgasmo se você apertar um testículo contra o outro no momento oportuno.



Seja criativa

Poucas coisas excitam tanto um homem como uma mulher criativa na cama. Invente coisas. Por exemplo, se você tem cabelos compridos, "chicoteie" as costas do parceiro com eles. Dê beijos com as pestanas na ponta do pênis. Passe uma pedrinha de gelo pelo peito dele, descendo devagar até o púbis. Acaricie os dedos dos pés e massageie os glúteos dele. Quando perceber que ele está muito excitado, pare e espere que baixe um pouco o tesão para continuar.



Busque novas posturas: alguns estudos indicam que os homens gostam mais do que as mulheres de mudar as posições. Leve-o ao orgasmo da maneira que você preferir. Se você decidir que será através da penetração, a posição mulher em cima é a mais adequada para que você controle os movimentos e para que veja, pelas expressões e pelos gestos dele, em que momento ele se encontra. Acelere ou retarde os movimentos conforme convenha a você.



Quando ele estiver satisfeito, não o toque, a maioria dos homens depois do orgasmo fica com a pele muito sensível e as carícias não agradam. Preferem abraços enérgicos. E então é o momento de servir o que você tiver preparado, comida ou bebida. Sirva-o como se ele fosse o seu senhor.



Os homens falam

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos entre os homens pediu que eles respondessem à pergunta "O que uma mulher pode fazer para excitar você?". A maioria o fez de uma forma bastante convencional: luz tênue e música suave, perfume, roupa íntima sexy e lugares inusitados.



Ainda que alguns homens prefiram uma atmosfera de mistério ou fantasia, a maioria diz que o que mais excita é que a parceira se mostre receptiva e natural. Eles querem que a parceira:



- mostre seu carinho

- se interesse pelo que eles preferem

- tome a iniciativa

- se expresse de maneira clara

- mostre sua paixão com palavras ou gestos

- vista roupas excitantes (peças simples e sensuais, bodys e cinta-liga, minissaias ou saias mais longas com fendas, decotes, transparências)

- não vista roupas íntimas (nada de sutiã e calcinha)



Conselhos para a comida e a bebida

- não use bebidas alcoólicas de alta graduação, mesmo que em drinques misturados - suco de frutas, cerveja, vinho branco gelado ou champanha

- não escolha comidas de digestão difícil, o melhor são canapés e petiscos

- se ele é guloso, pense em bombons ou caramelos.



30 Dicas para um casamento feliz.

O amor é como as plantas. Tem de ser alimentado e cuidado senão pode morrer. Não queira ser você a florzinha de estufa a reclamar todas as atenções e esforce-se por manter um ambiente saudável e apaixonado no seu casamento. Aqui ficam alguns conselhos para manter viva a chama.













1. Os homens detestam sentir que são mandados! Faça uso do seu poder persuasivo e convença-o a ir pelo seu caminho, sem que ele sinta que está a ser contrariado.

2. Seja misteriosa. Grande parte do encanto esvai-se quando nos tornamos livros abertos. Os homens gostam de desafios e da sensação permanente de conquista.

3. Ele convidou-a para ir à bola mas não é, de todo, o seu programa preferido? Não faça fretes, mas também não seja brusca. Delicadamente, diga-lhe que prefere ir às compras com as suas amigas, enquanto ele vai ao estádio gritar pelo Sporting

4. Momento histórico: ele reconheceu que tem um defeito? Óptimo, o seu mais-que-tudo está a mostrar sensibilidade. Mas não aproveite para desatar a relembrar, pormenorizadamente, todos os momentos em quem que se aborreceu com as atitudes dele, por causa desse mesmo defeito. Seja cúmplice e aproveite para lhe dizer que ninguém é perfeito..

5. Pestanas compridas e lábios carnudos e vermelhos são elementos de atracção para o sexo masculno. Como pestanejar é sinal de sedução, enalteça-as com máscara. Fique ainda mais bonita e passe um pouco de batom nos lábios e blush nas maçãs do rosto.

6. Quando tudo parece correr mal, surpreenda-o. Deixe-lhe um bilhetinho carinhoso dentro do bolso do casaco, provoque-o com um SMS ou prepare-lhe o jantar preferido.

7. Não descuide a sua aparência! Não precisa de andar de saltos altos em casa à espera que ele chegue. Continue apenas a vestir-se como o cuidado que tinha nos tempos em que namoravam e a reservar uns minutinhos das suas atarefadas manhãs à maquilhagem. Mas exija que ele também se esforce por lhe agradar.

8. Faça-lhe ver que precisa de saber como ele a ama. Os homens são menos dados a exteriorizar sentimentos e, se isso a incomoda, diga-lhe que precisa de umas declarações de amor.

9. Esqueça a terrível mania de lhe terminar as frases. Ninguém gosta de ser interrompido quando está a falar. Imagine que ele lhe faz a mesma coisa, não é nada agradável, pois não? É uma falta de respeito pelo outro, para além de dar a entender que o que ele diz é previsível.

10. Partilhem a água de colónia e façam massagens com o mesmo creme de corpo. O mesmo aroma dará uma sensação única de intimidade. Não se esqueça que há vários perfumes unisexo bastante agradáveis no mercado

11. Dê-lhe atenção e trate-o com carinho. Só assim ganhará o direito a ser tratada da mesma form

12. Olhe-o nos olhos enquanto falam. Esta atitude demonstra confiança, compreensão, aceitação e respeito

13. Evite as queixas constantes. Se se mostrar constantemente decepcionada e difícil de contentar vai deixá-lo à beira de um ataque de nervos! Restrinja-se àquilo que verdadeiramente importa e que é grave. Pode chamar-lhe à atenção mas não de forma a provocá-lo

14. Perante uma crise lembre-se dos momentos bons pelos quais já passaram. Pode sentir uma certa nostalgia, de início, mas ganhará uma nova energia e vontade de amar ao recordar esses momentos.

15. Respeito mútuo é fundamental. Não seja egoísta, nem tente manipular a relação.

16. A cama pode ser um barómetro importante. Uma sexualidade feliz é meio caminho andado para uma boa relação. Desiniba-se, faça-lhe ver o que mais lhe agrada e descubra, no seu parceiro, tudo aquilo que o leva ao céu

17. Faça-lhe declarações de amor e lembre-lhe, sobretudo em ocasiões especiais, que ele é o melhor homem que alguma vez podia ter conhecido.

18. Não force as conversas. Há dias em que não nos apetece falar, acontece com todos. Um silêncio pode ser tão cúmplice com uma longa conversa.

19. Ele enviou-lhe flores? Retribua e envie-lhe uma caixa de bombons ou charutos.

20. Não deixe que ninguém se intrometa na vossa vida. Não há nada mais venenoso que uma sogra, uma mãe ou uma amiga metediça! Imponha limites às pessoas de fora e assuma as suas opções, mesmo nos momentos mais difíceis.

21. Não faça de cada discussão um drama, porque todos os casais discutem. E não tenha vergonha se ser você a mostrar a bandeira branca da paz.

22. Não há nada para festejar? Não importa! Tenha sempre espumante no frigorífico e brinde à vossa relação com uma taça e um sorriso. Ou então aproveite um dia em que ele se sente mais em baixo para cozinhar o prato favorito dele bem acompanhado com um vinho tinto fantástico. Ninguém resiste a um jantar romântico.

23. Faça uma lista de todos os mimos que deu e recebeu durante a semana. Se houver um desequilíbrio grave neste deve/haver aborde o assunto. Dizem que o amor é desinteressado, mas uma relação tem de ser dar e receber equilibradamente.

24. Organize um fim-de-semana surpresa num hotel de charme. As fugas à rotina são importantes. Que tal uma suite com vista para o mar na Fortaleza do Guincho, perto de Cascais? A norte, experimente o Hotel Vintage House, sobre o Douro, no Pinhão.

25. Esforce-se por conhecer bem o seu marido. Certifique-se que sabe tudo o que é importante sobre ele e não falhe as principais datas, como o aniversário ou qualquer outra a que ele dê muita atenção, mesmo que seja o aniversário da sua sogra.

26. Vários estudos confirmam que o casamento faz bem à saúde (bem... se a pessoa que está ao seu lado a faz feliz, claro) e que as pessoas casadas vivem mais anos. O divórcio pode inibir o sistema imunitário, tornando-nos mais vulneráveis às doenças.

27. Apaguem mais vezes a televisão e dediquem-se um ao outro. Joguem, dancem, jantem à luz das velas, passeiem pela rua a seguir ao jantar...

28. Seja altruísta e exija o mesmo dele. Uma relação deve ser mais construída com base no ‘nós' do que no ‘eu'. Não se sacrifique, mas tente ir ao encontro do que faz ambos felizes. O casamento deve ser uma colaboração e não uma competição entre duas pessoas inflexíveis e centradas nelas próprias.

29. Não guarde mágoas nem rancores. O tempo faz explodir as relações onde isto acontece, como uma autêntica bomba-relógio. Fale do que a incomoda, mas não de cabeça quente. Espera 10 minutos, 2 horas, para se acalmar e desabafe. Sobretudo, não se deitem amargurados!



30. Ele é de poucas falas? Pense bem: sempre foi assim ou houve uma mudança de atitude? Se sempre foi assim, lembre-se que é feitio e, no geral, os homens têm mais dificuldade em expressar emoções. Não tente sacar o que o perturba com perguntas constante, ponha-o à vontade: diga-lhe apenas que você está à disposição dele se quiser desabafar e quando se sentir preparado.



PARA CASAMENTOS EM CRISE, SE GOSTAR REPASSE E AJUDE A FAZER PESSOAS FELIZES.













O matrimônio deteriora-se quando não se renova, quando se permite que entre nos trilhos da rotina.

Há uma rotina indispensável e benéfica que nos permite cumprir com regularidade, constância e pontualidade os nossos deveres espirituais, familiares e profissionais. Esta rotina constrói uma estrutura de vida sólida, cria um comportamento homogêneo que nos ajuda a libertar-nos da espontaneidade meramente anárquica, dos caprichos emocionais dissolventes e perniciosos.

Mas existe uma outra rotina, a rotina mortífera, que deve ser afastada como a peste. É uma rotina que, pouco a pouco, como uma sanguessuga, vai dessangrando o con vívio conjugal. Todos os dias um pouco. Imperceptivelmente, endurece-nos, converte os nossos atos em algo mecânico, torna-nos autômatos, robôs sem vida, extingue o calor e a alegria de viver e de amar. Esta rotina provoca um desgaste progressivo na vida familiar, uma perda de energias, uma espécie de anemia vital que torna a existência cinzenta, anódina, incolor.

Lembro-me daquela música dos anos 60 cantada por Ronnie Von: "A mesma praça, os mesmos bancos, as mesmas flores, o mesmo jardim, tudo é igual, assim tão tris te..." Alguns poderiam queixar-se, de forma semelhante: "A mesma esposa, a mesma família, o mesmo trabalho, a mesma paisagem, a mesma "droga de sempre"... É tudo tão triste e cansativo..."

Talvez se consiga continuar caminhando mesmo assim. Externamente, o casal vai mantendo as aparências, como um móvel visitado pelo cupim, corroído por dentro. Por fora, nada se percebe, mas de repente tudo desmorona, os cenários desabam, as fachadas caem e aparece um panorama desolador: "Meu Deus, toda a minha vida, daqui para a frente, vai ser igual"... E entra-se numa espécie de letargia mortífera. Muitas infelicidades, muitas crises conjugais, muitas deserções são provocadas por esse fenômeno.

Quando na nossa vida diária não "contemplamos o amor", não renovamos o amor, caímos nessa rotina que mata. Os mesmos bancos, as mesmas flores, o mesmo jardim, a pesada monotonia do que é sempre igual, deve-se - como dizia ainda a canção - a que "não tenho você perto de mim". Quando o amor está ausente, tudo é tão triste...!

Você talvez já tenha passado por uma experiência parecida. Estava trabalhando numa tarefa extremamente enfadonha, repetitiva, rotineira... e pensava: "Tomara que termine logo"... De repente, alguém que você ama muito pôs-se ao seu lado e disse-lhe: "Deixe que lhe dê uma mão. Ao menos, deixe-me ficar com você até terminar"... E, naquele momento, você murmurou: "Tomara que não termine nunca!" As mesmas circunstâncias mudam substancialmente quando o amor está presente. A mesma família, a mesma esposa..., mas tudo é diferente porque se soube remoçar o amor: as pupilas, dilatadas pelo amor de Deus, pelo amor ao cônjuge e aos filhos, conseguem enxergar uma nova família, uma nova esposa, um novo trabalho todos os dias.

O poeta francês Lamartine passava horas a fio olhando sempre para o mesmo mar. Alguém lhe perguntou certa vez: "Mas não se cansa de olhar sempre a mesma vista?" - "Não - respondeu -; por que será que todos vêem o que eu vejo e ninguém enxerga o que eu enxergo?" A sua alma de poeta permitia-lhe ver realidades diferentes nas paisagens de sempre. A alma contemplativa que o amor nos confere dá-nos também essa acuidade espiritual que nos permite ver mundos novos por trás das aparências sempre iguais do monótono viver diário. Em contrapartida, quando não existe uma viva preocupação por renovar o amor como o fator mais importante da vida conjugal e familiar, aparecem esses matrimônios corroídos pela monotonia.

Lembro-me do Gilberto e da Cida. Acompanhei as suas vidas desde o início do casamento. Amavam-se muito. Gilberto, jovem advogado que achava lindíssima a sua "Cidinha", trabalhou muito e prosperou. Aconselhava-se espiritualmente comigo.

Depois de catorze anos de casamento, Gilberto disse-me um dia:

- O meu casamento entrou em crise. Morro de tédio e monotonia. Todos os dias, quando me levanto, vejo a Cida despenteada, sem se arrumar, horrorosa, com os pés enfiados nuns chinelos horríveis que não troca faz quinze anos, arrastando-se pelos corredores, cansada... Abro a porta do quarto e encontro as crianças, que já são adolescentes, discutindo, brigando... A minha casa parece um zoológico...

"Depois, chego ao escritório e encontro lá a Mônica, uma estagiária. O panorama muda da água para o vinho. Ela é encantadora. Acho que tem uma queda por mim... Aproxima-se, charmosa...: "O senhor parece cansado...; não quer que lhe traga uma aspirina com uma coca-cola?" E afasta-se com um andar cadenciado que me arrebata... Estou perdendo a cabeça... Em casa, sinto-me acorrentado... Tenho necessidade de libertar-me. Por que condenar-me à prisão de um amor que já morreu? O contraste entre a Mônica e a Cidinha é muito forte... Não sei, não... O que me aconselha?...

- Eu lhe daria quatro conselhos - respondi -, mas preciso antes que você me diga se está disposto a cumpri-los.

- Sempre aceitei e pratiquei os seus conselhos, e não é agora, neste momento crítico, que deixarei de segui-los! - O primeiro - prossegui -, é que mande embora a estagiária...

- Não! Isso não!!

- Prometeu seguir os meus conselhos... Ao menos, dê-lhe trinta dias de férias remuneradas...

- Isso sim, posso fazer...

- Em segundo lugar - acrescentei -, leve o seu filho mais velho à igreja em que você se casou, e, diante do altar e do sacrário onde você prometeu à Cida que a amaria até que a morte os separasse, diga ao seu filho que pensa trocar a mãe dele pela Mônica... Já imaginou o que lhe responderá esse seu filho, que lhe parece um "bicho do zoológico", mas que ama o pai mais do que tudo no mundo? Quer que lhe diga?: "Pai, esperaria qualquer coisa de você, menos que fizesse uma cachorrada dessas com a minha mãe"...

- O senhor está sendo duro demais - retrucou o meu amigo.

- Não. Pense que estou apenas adiantando o que, muito provavelmente, lhe dirá o seu filho...

"Terceiro conselho: olhe a Cida com outros olhos, como a mãe dos seus filhos, como aquela que perdeu a juventude e a beleza ao seu lado, que já fez o papel de enfermei ra - quantos remédios ela já não lhe levou à cama! -, mãe e companheira amorosa; e, especialmente, recomendo que aprofunde mais na sua vida espiritual, que está muito desleixada: daí tirará forças. E, por último, antes de ter essa conversa com o seu filho, espere que eu fale com a Cida... Diga-lhe que marque uma hora comigo...

Veio a Cida, toda inocente, desarrumada, despenteada:

- Cida, por favor, arrume a "fachada" e... compre outros chinelos!

A Cida era inteligente. Foi ao cabeleireiro, comprou roupas novas, uns chinelos novos, tornou-se mais carinhosa com o Gilberto, preparou as "comidinhas" de que ele gostava... e terminou "reconquistando" o marido.

Quando a Mônica voltou de férias, o Gilberto dispensou-a sumariamente.

Hoje, Gilberto e Cida são muitos felizes. O filho mais velho formou-se em Engenharia. Nem suspeita de nada. Continua adorando o pai, como os demais irmãos. Mui tas vezes penso o que teria acontecido a essa família se o Gilberto se tivesse deixado enfeitiçar pelo canto da sereia.

É evidente que nem o marido nem a mulher devem permitir esse desgaste. A monotonia densa, pesada, que torna a vida uniforme, insípida, tediosa, insustentável, venenosa, reclama clamorosamente uma renovação.

Outra recordação que talvez seja útil. Um amigo veio-me fazer uma confidência sobre as "amarguras" do seu casamento:

- A Elizabeth está esquisita, anda queíxando-se continuamente de stress; sente-se abafada dentro de casa; diz que não tem horizontes...

- Mas ela era alegre, animada, esportista... Por que você não tem a coragem de perguntar-lhe à queima-roupa: "Que você gostaria de fazer um dia qualquer deste mês? Diga, por favor, rapidinho"...

Ele fez a experiência e ficou "bobo":

- Ela começou a pular e rir como uma criança... "Você fala a sério? Eu quero ir à praia de Búzios e comer uma suculenta peixada depois daquele banho de mar, no mes mo quiosque onde nós íamos namorar..." Quando eu concordei, rindo, foi como se o véu da desmotivação que cobria o seu rosto caísse por terra num instante. Fomos à praia, almoçamos como quando éramos namorados... e regamos a "peixada" com uma cerveja geladinha... O senhor quer saber de uma coisa? Ela não arreda pé ... Cada trinta dias me pergunta: "Vamos a Búzios?" Faz dois meses que não discutimos. Ela está muito bem disposta... parece que o cansaço acabou...

Renovar-se ou morrer, dizem os franceses; é preciso superar essa seqüência cinzenta de dias e semanas; é mister uma renovação de idéias, projetos e programas de vida, introduzindo em cada semana uma pequena novidade, um passeio, um jantar fora de casa, um "dia azul"... e a cada biênio um novo roteiro de férias, uma pequena reforma na casa; e, para as mulheres especialmente, uma renovação da fachada, do visual, do penteado..., esforçando-se por estar sempre atraentes, dentro de casa ainda mais do que fora, a fim de conquistar e reconquistar o seu marido todos os dias.

Mas o que é mesmo absolutamente necessário é o fortalecimento espiritual. Como já dissemos, é do fundo da alma que brotam, como de uma fonte, novas perspectivas de vida. O Espírito Santo permite, como diz a Sagrada Escritura, que a nossa juventude se renove corno a da águia! (SI 102, 5). Todo o amor genuíno, seja qual for a sua natureza, tem em Deus o seu fulcro e o seu término. Por isso, o problema da monotonia, do cansaço, do desgaste do amor conjugal encontra no amor de Deus o estopim da sua renovação: é o amor a Deus, vivido no meio dos afazeres diários, que dilata as nossas pupilas para que possamos, como Lamartine, encontrar no mar da família perspectivas novas, e no rosto do outro cônjuge os valores esquecidos.

Um caso que ilustra esta verdade. O marido - que já tinha passado dos sessenta, e ela idem - vinha-me dizendo havia anos que não suportava mais a mulher, que con viviam, mas trocavam poucas palavras, e que iam à Missa e faziam as suas orações cada um por sua conta. Mas ele sofria com esse seu modo de ser, pouco flexível em questões domésticas, e lutava por vencer-se. Um dia, porém, chegou com um largo sorriso: "Sabe? Desde há um mês, voltamos a rezar juntos, minha mulher e eu". Parece uma bobagem, mas esse gesto comum - rezar juntos - derrubou as barreiras. No início custou, mas pouco a pouco converteu-se no sinal mais claro e mais seguro da reversão de uma crise matrimonial que se vinha arrastando, surda e tristonha, havia décadas.

Uma crise no casamento acontece quando vários fatores conjuntos contribuem para que ela aconteça.

As crises mais comuns no casamento estão relacionadas à dificuldades de comunicação, ao medo de abandono ou rejeição, a problemas individuais, a expectativas diferentes quanto à relação e à visões de mundo diferentes. Muitos casais que procuram psicoterapia alegam como causa principal da crise que estão passando, entre outros:

-ciúmes,

- mudanças no modo de ver ao relacionamento e/ou a si próprio,

-traição,

-divergência na educação dos filhos e na resolução de problemas cotidianos,

-problemas sexuais

A dificuldade de impôr limites e equilibrar a relação é prato cheio para uma crise. É muito comum, por exemplo, após anos de casamento, aquela parte que sempre cedeu mais achar que não recebeu o devido reconhecimento em troca e virar a mesa, o que leva à crise. Entre os problemas individuais que levam à crises estão o alcoolismo e a violência doméstica, por exemplo.

Períodos de mudança no casamento podem levar à uma crise, se o casal não conseguir lidar com o estresse da mudança e com seus efeitos na relação. Estas mudanças demandam adaptação à nova realidade por parte do casal e geralmente estão ligadas a acontecimentos marcantes no casamento. Veja abaixo alguns destes eventos importantes:

Início do casamento

Nascimento do primeiro filho

Educação de filhos, principalmente adolescentes

Afastamento dos filhos de casa após seu crescimento

Aposentadoria

Doença na família

Modificações no trabalho e envolvimento com o trabalho

Por quê muitos casais passam por estes períodos sem viver uma crise, e outros não? Na verdade, a resposta está na dinâmica do relacionamento entre o casal e na estrutura psicoemocional de cada um deles. Cada um destes períodos têm suas peculiaridades e o grau que eles irão afetar um casamento depende muito de cada um dos parceiros e do modo que eles interagem entre si e com as dificuldades.

O período pelo qual o casal está passando pode levar a uma crise, mas não é o único motivo para que crises no casamento aconteçam. Por exemplo, um determinado casal pode viver uma crise com o nascimento do primeiro filho, contribuindo para isso as mudanças no corpo da mulher, o ciúmes normal que o marido pode vir a sentir ao dividir a atenção da esposa, até então inteiramente sua, com o bebê, o que cada um sente sobre os novos papéis que irão desempenhar dali em diante, as expectativas quanto ao novo membro da família, e muito mais, enfim. Por outro lado, um outro casal pode viver uma grande crise por causa do ciúmes excessivo que um deles tem do outro. Aí, não necessariamente há um período específico em jogo, mas sim um modo de se relacionar e de ver o relacionamento, a si mesmo e ao outro, que dia após dia traz conflitos que culminam com a crise propriamente dita.

Para vencer uma crise o casal deve lançar mão de algumas ferramentas, sendo a mais importante a COMUNICAÇÃO.

Caso sinta dificuldades em vencer a crise sozinho ou dependendo da natureza do problema, é importante procurar ajuda de um psicólogo, seja para fazer psicoterapia de casal ou individual. Ter em vista que existe ajuda profissional apropriada é relevante, pois muitos casais vão passando por cima dos conflitos que surgem no decorrer do relacionamento sem resolvê-los em seu íntimo, então os conflitos vão se acumulando e tomando uma dimensão cada vez maior, e o casal acaba só buscando ajuda quando uma enxurrada de mágoas e acusações minou bastante a força do casamento.

Com mais ou menos intensidade, quantos casais já não conviveram em meio a brigas, acusações e falta de carinho como temos presenciado nas cenas de Marta e Alex? A crise chega, se instaura, se alastra e, muitas vezes, não avisa que está ali, destruindo pouco a pouco todos os prazeres de uma relação a dois. “Onde antes havia um clima de cumplicidade e de companheirismo, agora há um clima de conflitos e de desavenças”, explica a psicóloga Olga Tessari.

Ou seja, quando o barco do casamento está afundando, só não percebe quem não quer! Para facilitar a identificação da crise, Olga listou os principais sinais de que um relacionamento acabou ou de que está prestes a acabar se nada for feito a tempo. São eles:

• desinteresse dele(a) por você

• ele(a) costuma alegar falta de tempo

• ele(a) evita ficar a sós com você

• a atividade sexual diminui ou desaparece por completo

• irritação e brigas fúteis por qualquer motivo

• mudança de hábitos e de comportamento. “Você tem a sensação de que está ao lado de `outra pessoa´ e não daquela com quem conviveu por tanto tempo”, explica a psicóloga.

• Falta de respeito e de amizade. “A outra pessoa, que antes tanto lhe valorizava, agora vê apenas os seus defeitos e sempre encontra um motivo para tecer críticas a você”, esclarece Olga.

‘Tristes para sempre... ’

Mas por que os casais custam a dar uma rebordosa na relação quando percebem que ela já não tem mais futuro? Segundo Olga, são muitas as razões que levam uma pessoa a não tomar uma atitude, mesmo diante de um péssimo relacionamento! Ela listou os principais medos que levam ao comodismo:

• de perder o status, tendo que divider o patrimônio

• de não se sentir capaz de cuidar de si mesmo sozinho

• da solidão

• de ficar longe dos filhos

• do comentário e crítica das outras pessoas

• da perda de amigos em comum

• de perder a rotina. “Por incrível que pareça, o ser humano adora rotina e, muitas vezes, mesmo sendo sofrida, prefere manter a rotina a aventurar-se em novas”, explica Olga Tessari.

• Da sensação de fracasso por não ter conseguido manter o relacionamento
















Conselhos da especialista

Tomar a decisão certa é difícil. Para ajudar quem se encontra nesta situação tão delicada, Olga Tessari dá algumas orientações:

• O primeiro passo é procurar elevar a sua auto estima: valorize suas qualidades, pare de se culpar e de se sentir um lixo porque o casamento não deu certo.

• Ocupe seu tempo consigo mesmo: faça novos amigos, vá estudar, mude o seu visual (corte o cabelo, compre roupas novas, etc....).

• Evite apenas de se relacionar com outra pessoa logo em seguida. Aquela história de que é preciso um novo amor para curar a dor da perda é lenda! Certamente, se você se relacionar agora, vai acabar repetindo os mesmos erros que levaram ao fim do relacionamento atual.

• Após chorar pela perda durante um período (o luto é normal e natural), arregace as mangas, avalie seus erros e aprenda com eles para que, num futuro relacionamento você possa acertar!

De acordo com a opinião de especialistas em relacionamentos e comportamento, o melhor é pesar os valores de terminar uma relação duradoura, além de identificar o que se sente para não prejudicar a ninguém, mas uma coisa é básica: sem amor e, principalmente, sem respeito não é possível manter uma relação por muito tempo. Foi pensando nisso que decidi compilar alguns pontos de que chegou a hora de saber que adeus também foi feito para se dizer: bye bye, so long , farewell...




•Já não convida para nada. Se antes era a eterna acompanhante aos eventos sociais, jantares, saídas com os amigos ou reuniões familiares, e de repente evita convidar para "que não se aborreça", pode ser um claro sinal de que já não deseja estar ao seu lado.

•As comparações. Muitas pessoas tendem, ainda que não o digam explicitamente, a comparar com uma antiga relação. Mas quando esta comparação começa a ser direta, o melhor é cair fora. As frases são típicas: "ela era melhor, sabia seus limites", "meu ex cozinhava muito bem, aquilo sim que era homem", entre outras que ao certo deixam qualquer pessoa fula da vida.

•Preferem a tecnologia. Se for do tipo que prefere ficar tuitando o dia inteiro e escrevendo bobagens no Orkut e dá uma desculpa boba para não ir ao cinema com você pois pode baixar o filme de graça na internet, é hora de repensar a relação. Ninguém consegue viver sendo preterido por gadgets eletrônicos, chats, videogames, notebooks. Esqueça do tipo, sua única tara é a tecnologia.

•Primeiro a academia. Se ele (ela) gosta de cuidar do corpo e passa mais tempo que o normal na academia, pode ser um sinal de que não esteja se cuidando para você, ainda mais se preferir malhar do que ficar ao seu lado. Talvez a academia tenha uma razão mais poderosa do que simplesmente a malhação.

•O tempo, seu pior inimigo. Após planejar e planejar uma saída com ele (ela), diz que não poderá porque tem muitos compromissos inadiáveis, óbvio nenhum é ao seu lado. Se realmente se importasse, você faria parte de pelo menos um desses compromissos.

•Amizade próxima com ex. Esta é uma situação muito chata. Você sabe de antemão que os dois se conhecem muito bem e como todo ser humano não é perfeito, recaídas acontecem.

•Ciúmes. Os ciúmes são algo relativamente normal, mas há níveis suportáveis. O mais leve é inclusive bonito, porque demonstra que ele (ela) teme te perder, mas quando isto chega a níveis muito altos, esquece, não vale a pena.

•A violência. A violência verbal ou física nuca deve ser tolerável em uma relação, sobretudo porque se acontece uma vez, é certo que crescerá pouco a pouco. Não existe tapinha, puxão, empurrão de amor, não existe a desculpa de que "eu perdi a cabeça"... é melhor que perda também o parceiro, antes que você se torne um Amélio ou que vá engrossar as estatísticas da lei Maria da Penha.

•Manipulador(a) em potencial. É comum que algum dos dois queira fazer algo e manipule o outro sutilmente para que concorde, mas não deve ser algo recorrente.

•Acordos e desacordos. Um casal não ideal, mas sim estável é aquele que aceita os pontos -mesmo os discordantes- da outra pessoa, e faz com que os seus sejam também respeitados. À hora de planejar é bom compartilhar e ceder uma e outra vez. Mas se ambos são como a água e azeite à hora dos planos e das decisões, é melhor parar por aqui, porque não chegarão nunca ao mesmo ponto.

•Sem planejamento do futuro. O planejamento futuro é muito bom par um casal, mas dependem sempre dos planos individuais. Cada um tem metas e desafios próprios que devem se acomodar aos planos do casal, mas se não existem os primeiros, como acomodar os segundos?
Sexo no casamento

O segredo do bom sexo no casamento é amor e intimidade entre os parceiros, um relacionamento marcado por segurança e harmonia. Tudo vai bem na cama quando a cumplicidade entre os parceiros é tão grande que os dois parecem ser um só. Certo? Errado. As certezas que marcavam as crenças sobre a vida sexual de casais que ficam juntos por muitos anos estão sendo abaladas por uma psicóloga belga, radicada nos Estados Unidos, chamada Esther Perel.

Terapeuta de casais na cidade de Nova York, Esther é autora de Sexo no Cativeiro - Driblando as Armadilhas do Casamento, classificado pelo jornal The New York Times como "uma virada" na literatura sobre o tema. O livro será lançado no Brasil pela editora Objetiva, e se baseia nas concorridas palestras que a psicóloga apresenta nos Estados Unidos e na Europa. Sexo no Cativeiro foge dos batidos manuais de auto-ajuda sobre o tema e lança novas luzes sobre um assunto antigo: como conciliar intimidade com desejo? Como driblar a monotonia que costuma se instaurar com o passar dos anos?

Para Esther, a chave está em fazer o contrário do que pregam as noções tradicionais sobre sexo no casamento: ela diz que o erotismo exige mais distância, menos conversa, um pouco de conflito e muita independência entre os parceiros. "Sexualidade e intimidade afetiva são duas línguas completamente distintas", diz ela. É claro que a psicóloga não está pregando o "relacionamento aberto", nem a discórdia entre marido e mulher. Ela própria é casada e tem dois filhos. A novidade contida em seu livro é o incentivo para que os parceiros abandonem as cordas da segurança e aventurem-se mais, dentro dos limites do próprio casamento. Quando fala em distância, Esther refere-se à capacidade de manter vida própria, ter atividades separadas, preservar a liberdade. Isso ajuda a manter a vontade de reconquistar o parceiro diariamente, diz ela. Quando afirma que brigar pode ser bom, Esther explica que agressividade e raiva são estímulos para o erotismo (leia o quadro à página 98). A um dos casais cuja situação ela relata no livro, a psicóloga recomenda: nada de ficar de mãos dadas o tempo todo. "Vocês abafaram o tesão com a afeição", afirma ela.

Como conciliar, porém, tudo o que o mundo contemporâneo nos ensinou sobre o amor romântico com tudo aquilo que é necessário para manter o desejo numa relação duradoura? De um lado, prezam-se a segurança, o conforto, o companheirismo e a igualdade. De outro, é preciso manter as diferenças, o mistério e a transgressão para que o erotismo sobreviva - é a noção de que só se deseja aquilo que não se tem. Ao longo desta reportagem, estão espalhados depoimentos de casais que tentam (alguns conseguem, outros não) equilibrar as duas coisas. Para todos, a ginástica necessária para unir a velha idéia da alma gêmea com a recente obsessão pela completa satisfação sexual parece impossível de acompanhar. "Vivemos a era do prazer", diz Esther. "Hoje, nossa sexualidade é parte de quem somos, uma identidade, não mais algo que fazemos."

A preocupação sobre a qualidade do sexo no casamento é coisa nova: existe há pouco mais de três décadas. Ela nasceu junto com o movimento s pela emancipação feminina. Até então, mantinha-se a noção (equivocada) de que era o homem quem gostava de sexo. A mulher cedia para a procriação. Para o que mais os maridos quisessem realizar, as aventuras fora de casa eram aceitas tacitamente, desde que a família não soubesse. A legalização do divórcio, a revolução sexual e o advento da pílula anticoncepcional chacoalharam as fundações do casamento mantido à custa da infelicidade da mulher e das puladas de cerca do marido. Elas passaram a ter o direito de decidir quando fariam sexo para ter filhos e quando o fariam pelo prazer. Casamentos ruins, muitas vezes por conta da má qualidade (ou da falta) do sexo, puderam ser desfeitos sem escândalo. A nova ordem fez com que o casamento fosse redefinido como um espaço de satisfação de ambos.

Fizemos um levantamento em dez grandes cidades brasileiras - BELO HORIZONTE, BRASÍLIA, CAMPINAS, CUIABÁ CURITIBA, PORTO ALEGRE, RECIFE, RIO DE JANEIRO SALVADOR e SÃO PAULO - para saber o que nossas leitoras estão fazendo para esquentar a relação,aumentar o repertório sexual e cultivar o erotismo em meio às exigências do dia-a-dia e às pressões do trabalho e dos filhos. Queríamos descobrir até que ponto elas usam a criatividade para evitar que a rotina fira de morte o prazer, em que medida já venceram tabus e qual seu grau de satisfação com os encontros amorosos sob os lençóis. Será que os resultados espelham oque acontece em sua cama?

Prazer pelo prazer



É interessante notar que cerca de dois terços das entrevistadas não fazem a vinculação entre sexo e amor, que era uma tendência feminina", observa a psiquiatra Carmita Abdo, autora do livro DESCOBRIMENTO SEXUAL DO BRASIL (SUMUS). Então, nossas leitoras se mostram perfeitamente capazes de buscar o parceiro apenas para descarregar energia, por exemplo. Para elas, o sexo não é somente um ritual ditado pela afeição mas também uma coisa de pele, de instinto."Para mim, é fonte de felicidade, amor-próprio, prazer, alegria, saúde mental", afirma a publicitária Claudia, 39 anos, de Porto Alegre. "Claro que acontece independentemente de amor, mas com afeto fica melhor ainda", defende Marcia Cristina, 39 anos, professora universitária, também de Porto Alegre.

Nesse quesito, nossas entrevistadas estão dentro da média dos brasileiros. Para a maioria, o sexo rola toda semana. "Acredito que 50% da felicidade no relacionamento é determinada pela vida sexual. Se desse, faria todos os dias. Infelizmente não é possível por causa da correria. Mas estou satisfeita, porque eu e meu marido temos uma sintonia muito boa", diz a produtora carioca Ana Paula, 29 anos. Com dois filhos e a carreira, ela ainda tem fôlego para transar três vezes ou mais por semana. A jornalista Danielle, 31 anos, de Curitiba, tem relações uma ou duas vezes por semana e acha que está de bom tamanho para o seu gás. "Com a rotina - trabalho, casa, filhos -, me tornei um pouco preguiçosa. Tiramos o atraso nas férias. Aí estamos mais relaxados, sem compromissos, e acontece todo dia."

Qualidade aprovada



É certo que, com cinco anos ou mais de casamento, o sexo não é mais aquela coisa arrebatadora dos tempos de namoro. Mas, se de um lado os casais perdem o estado febril, por outro ganham em sintonia fina e cumplicidade. "Com o tempo e a intimidade, aprendemos a conversar mais e a deixar claro o que excita cada um", explica Carla, 38 anos, pesquisadora científica, de Campinas (SP). Quase todas as mulheres que ouvimos procuram meios de sair da mesmice e de evitar que o fogo apague. "Às vezes até realizamos fantasias como transar em locais públicos, no carro. As massagens com cremes antes, durante e depois também são tudo de bom", comenta Camila, 37 anos, psicóloga, do Rio de Janeiro, que está no segundo casamento.

As mulheres não esperam mais, passivamente, o prazer - vão buscá-lo, com energia e imaginação. Uma boa parcela, de fato, ousa nas estratégias. "Faço show de striptease e preparo surpresas. Uma vez, fiquei esperando meu marido nua dentro da sala do seu consultório! Em outra, preparei um ambiente aromatizado, com velas e acessórios, e levei-o lá de olhos vendados", revela a fisioterapeuta paulistana Fernanda, 28 anos. A psicóloga Cristina, 36 anos, de Porto Alegre, é igualmente aberta: "Não tenho frescura, topo sexo anal, ir a motéis ou lugares diferentes, experimento o que aparece e agradeço". Para não deixar a monotonia se infiltra na cama a administradora Luciana, 32 anos, de Curitiba, conta com a ajuda do marido. "Gostamos de caprichar nas preliminares e ele sempre me abastece de brinquedinhos. Já me deu fantasia de tigresa, de Mamãe Noel, de colegial e uma coleção de calcinhas sexy."

A pesquisa não deixa margem a dúvidas: estamos lidando melhor com essa questão. Uma grande porcentagem de leitoras chega ao clímax com freqüência, embora não faça dele o maior ou único objetivo da relação sexual. Se não acontecer, também vale. A psicóloga Ana Cristina Canosa, da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana, acredita que isso se deve ao fato de a mulher valorizar muito a cumplicidade e o carinho. "Em uma transa rápida, às vezes não há orgasmo e mesmo assim é legal. O sexo ajuda a aliviar o stress", garante Alexssandra, 28 anos, gerente comercial, de Curitiba. "Conheço muito bem meu corpo e vou atrás do que me leva ao clímax", diz Márcia, 38 anos, médica, de Salvador. A atitude do parceiro também ajuda. O meu não me apressa, se segura para gozarmos juntos", comenta Élida, 35 anos, bancária, de Belo Horizonte. A comerciante Rosângela, 31 anos, de Cuiabá, e o marido introduziram cremes, masturbação e brinquedos sexuais para garantir o êxtase. Assim fica mais gostoso", diz.


As pessoas traem quando não vêem satisfeitos os seus desejos ou suas expectativas com o parceiro(a), quando o diálogo entre o casal já não existe mais, transferindo essa comunicação para outra pessoa, optando por uma saída aparentemente mais fácil.

Excluem, por vários motivos, a possibilidade de aceitar o outro como ele é e não de que ele seja aquele que desejamos (desejo que jamais será satisfeito).

Ao invés de tentar crescer com seu parceiro, passam a acreditar que só terão alegrias, emoções e crescimento fora do casamento.

Existem muitas razões para a traição: questões culturais, a busca pelo novo, carências, insatisfação, vingança, por causa da sensação de perigo ou mesmo pela sensação de poder...

A idéia de posse existe em quase todas as relações estáveis e as cobranças de fidelidade são normais e aceitas pela sociedade.

Quando o relacionamento se torna rotineiro, monótono, a emoção desaparece: qual ser humano consegue viver sem emoção?

Ceder é a palavra de ordem em qualquer relacionamento o que gera pessoas insatisfeitas, ressentidas e arrependidas do que nunca fizeram... e isto abre uma porta para a traição, a buscar em outra pessoa aquilo que reprimimos por muito tempo em nosso relacionamento. De qualquer forma, a infidelidade é um acontecimento muito mais suportável do que a separação.

OS HOMENS TRAEM MAIS DO QUE AS MULHERES?

Os homens idealizam a mulher perfeita e as mulheres um homem que as apoie a as ajude, confundindo o casamento com felicidade. Reinvindica-se muito do outro, o que gera muitas frustrações, abrindo-se, assim, o caminho para a infidelidade.

Em nossa sociedade patriarcal e machista, os homens são educados para não desperdiçarem nenhuma oportunidade de demonstrar sua masculinidade e sexualidade e a traição masculina é melhor aceita do que a feminina.

COMO AS PESSOAS COSTUMAM REAGIR À TRAIÇÃO?

As mulheres aceitam melhor a traição de seu parceiro por dependência econômica, acomodando-se e omitindo-se por temer pela família e por elas mesmas.

Quando elas descobrem a traição, adotam a postura de mãe compreensiva.

Homens traídos fazem o possível para fingir que não sabem, pois se souberem terão que tomar uma atitude perante a sociedade (que aceita muito melhor a traição masculina do que a feminina).

De qualquer modo, a menos que a relação seja totalmente destituída de sentimentos, é muito difícil suportar a infidelidade.

TRAIÇÃO SIGNIFICA AUSÊNCIA DE AMOR?

Teoricamente, quem ama respeita e quem respeita procura não trair.

Mas há muitos casos em que a traição ocorre apenas para comprovar ou não a existência de amor pelo parceiro e são experiências fortuitas e ocasionais.

Mas quando a infidelidade torna-se uma constante e serve como uma muleta para a manutenção de um relacionamento (buscando-se lá fora a complementação do que não se tem dentro de casa) é hora de se parar e refletir seriamente sobre seus ideais de vida e de relacionamento

De modo geral, no entanto, o poder de sedução é geralmente ligado ao amor e especialmente ao sexo e à mulher, como explica Jean Boudrillard, no livro, Da Sensação:

“O próprio amor e o ato carnal (sexo) são um adorno sedutor, o mais refinado e sutil dentre os inventados pela mulher para seduzir o homem. (...) A sedução é soberana, é o único ritual que eclipsa todos os outros; (...) o fascínio da sedução passa pela atração do sexo. Mas, justamente, passa através e a transcende”.

Muitas expressões e metáforas ligam o amor ou o sexo à alimentação: apetite sexual, lua-de-mel, lábios de mel, alimentar a paixão, etc. O clássico sobre a habilidade e a arte indianas do sexo e do amor, o milenar Kama Sutra, dedica quase um capítulo inteiro às comidas que podem aumentar o vigor sexual.

Entre no mundo das comidas afrodisíacas

“Como definir um afrodisíaco? Digamos que se trata de qualquer substância ou atividade que desperta o desejo amoroso”

“Afrodite” de Isabel Allende

Que mulher nunca foi convidada para jantar por um pretendente como um dos passos da conquista masculina? Que mulher (ou até homem) nunca recebeu uma caixa de bombons sedutores? Segundo o mestre em Educação, Arte e História da Cultura e professor da faculdade de Gastronomia do Senac de Campos do Jordão/SP, João Luís Almeida Machado, esses hábitos e tradições devem ter surgido a partir do século 18, já que “Os restaurantes, da forma como os conhecemos foram criados na França do século 18”, explica.

E o tão falado poder de sedução do chocolate? O professor conta que o famoso sedutor veneziano Giacomo Casanova (1725-1798) degustava uma barra de chocolate antes de suas orgias e os pesquisadores estão descobrindo que os ingredientes do chocolate contém realmente substâncias que provocam reações químicas no cérebro, relacionadas à sensação de bem-estar, como a feniletilamina, que, além de interferir no mecanismo amoroso, produz a serotonina, uma substância estreitamente associada à sensação de bem-estar.

Na relação das comidas afrodisíacas, além do chocolate, você vai encontrar: as pimentas (por estimular, excitar, provocar e ainda por serem infusores de calor), as trufas (cogumelos que, dizem, exalam um cheiro semelhante a um feromônio liberado por javalis antes do acasalamento) e as ostras (Casanova afirmou que aguçava seu lendário apetite sexual comendo 12 ostras no café da manhã e outras 12 no almoço).

A palavra "afrodisíaco" é utilizada desde o século 1 a.C. e deriva de Afrodite, nome da deusa do amor na mitologia grega. Diz a lenda que a deusa nasceu da espuma do mar, depois de Cronos ter castrado seu pai e lançado os genitais na água. Daí a crença de que todos os alimentos que vêm do mar são afrodisíacos.

Em seu livro Afrodite, Isabel Allende conclui:

“Os afrodisíacos são uma ponte entre a gula e a luxúria”.

E se ainda estamos engatinhando nas explicações científicas sobre os efeitos de comidas afrodisíacas e, ainda estejamos longe de um consenso, existe pelo menos um aspecto onde há unanimidade: esse poder da culinária afrodisíaca está mais relacionada à mente que ao corpo e, sobretudo, à cultura, afinal, “cozinhar é uma ação cultural que nos liga ao que fomos, somos e seremos e, também, como o que produzimos, cremos, projetamos e sonhamos”, como lembra a historiadora Maria L. Leal, em seu livro A história da gastronomia. E continua:

“A fome biológica distingue-se dos apetites, expressões dos variáveis desejos humanos e cuja satisfação não obedece apenas ao curto trajeto que vai do prato à boca, mas se materializa em hábitos, costumes, rituais, etiquetas. Muitos antropólogos já sublinharam o fato de que nenhum aspecto do nosso comportamento, à exceção do sexo, é tão sobrecarregado de idéias”.

Por que será que ao longo da história os homens acabaram ficando tão famosos como “grandes chefs”?

Figuras como La Varenne, Grimod de la Reynière e Vatel entraram para a posteridade como grandes mestres da gastronomia que “refere-se à arte de preparar iguarias, tornado-as digestivas, de modo a obter o maior prazer possível”. E é claro que também acabavam sendo profundos conhecedores dos alimentos afrodisíacos, como relata com bom-humor Luigi Cassone, em Drinques e pratos afrodisíacos:

“os bons caçadores das alcovas eram ao mesmo tempo gastrônomos que sabiam não somente levantar as saias das mulheres, mas também levantar as tampas das panelas; assanhavam-se com as novidades e a procura de novos afrodisíacos”.

No entanto, assim, no dia-a-dia, a cozinha sempre foi lugar de mulher e, muitas vezes, esta relação apareceu de forma pejorativa, como na expressão “lugar de mulher é na cozinha”.

Talvez porque não tivessem tanto acesso à escrita, as mulheres ficaram de fora da literatura gastronômica, mas nunca ficaram realmente longe da cozinha e das artes de sedução. Segundo o mestre em Educação, Arte e História da Cultura e professor da faculdade de Gastronomia do Senac de Campos do Jordão/SP, João Luís Almeida Machado a relação da mulher com a culinária vem da pré-história: “Nesse período as mulheres auxiliavam na obtenção dos alimentos através da coleta e, posteriormente, passam a ser responsabilizadas pela agricultura. Moíam os alimentos, passaram a manusear o fogo e a cozinhar”, explica.

Mas, parece que foi numa religião pagã que as mulheres descobriram o poder e as delícias da gastronomia. Hoje, ao percorrer as prateleiras de qualquer livraria ou ao se fazer uma busca em livrarias virtuais, é possível encontrar inúmeros títulos dedicados à culinária Wicca.

Enquanto a culinária representou status e poder (político, econômico ou social) para os homens, para as mulheres ela parece ter adquirido um outro tipo de significado de poder: a sedução. Afinal, como ensina Jean Boudrillard: “O poder do feminino é o da sedução”. E ainda ajuda a lembrar: “O feminino é já não o que se opõe ao masculino, mas o que seduz o masculino”.

Alguns autores relacionam a origem da bruxaria com a revolta feminina contra a misoginia medieval, época em que a sexualidade (especialmente dos pobres) era duramente reprimida pela Igreja. A professora de História da PUC, de São Paulo, Leda da Motta comenta que na Idade Média as mulheres chamadas “bruxas” estavam assumindo papéis negligenciados tanto pela Igreja quanto pelo Estado, o que incomodava muito esses dois poderes:

“Elas manipulavam ervas medicinais curando e aliviando a dor de doentes e aflitos, prestavam serviços espirituais, preparavam magias para conquistas”.

Quem sabe não foi mesmo na cozinha que a mulher encontrou uma maneira de criar e pensar, longe da repressão masculina. Márcia Frazão, bruxa e escritora lembra que muitas mulheres foram condenadas à fogueira pela Inquisição por conseguirem transformar poucos ingredientes em deliciosos e apetitosos pratos.

Milhares de mulheres-cozinheiras-bruxas foram queimadas vivas durante essa época, mas a arte da Wicca sobreviveu e hoje até os homens se aventuram nesta área. Preparar encantamentos na cozinha e pratos enfeitiçados, no entanto, ainda parece ser domínio delas: “na cozinha compreendi o mistério do poder das fêmeas: o maravilhoso dom, que possuímos, de nutrir o mundo e torná-lo um lugar onde todos desejam viver”, explicou Márcia Frazão. A bruxa ainda reforçou:

“é na cozinha que as ervas revelam o misterioso poder de conquistar o objeto de desejo e torná-lo súdito da luxúria”.

A jornalista Ruth Joffily certa vez comentou que nos anos 60/70 as mulheres se afastaram das cozinhas. Para as feministas, cozinhar passou a ser uma representação “da subserviência da mulher à sociedade patriarcal”. Hoje, contudo, segundo ela, a mulher moderna pode

“resgatar o caminho feminino e nos provar que dá para ser contemporânea/atual sem abrir mão da nossa dita feminilidade”.

Desejo sexual, cheiro de cravo e canela e filmes de dar água na boca

Privadas de voz ativa e de prazer sexual, no passado, era na cozinha que as mulheres depositavam seus desejos e frustrações como a Tita (Lumi Cavazos) do filme “Como Água para Chocolate”. O movimento feminista afastou as mulheres da cozinha e aproximou-as do sexo sem culpa e do sucesso profissional. Hoje, entretanto, elas estão voltando a ocupar seu lugar atrás dos fogões (compare a Tita com a independente personagem de Juliette Binoche, no filme “Chocolate”), perderam o medo de buscar o prazer, seja na cozinha ou na vida profissional, e colocaram seu poder de sedução em prática. A mulher de hoje descobriu que pode ser independente sem perder sua sedução e que neste sentido, a paixão pela cozinha pode até ajudar, como é o caso da Isabella (personagem de Penélope Cruz) em “Sabor da Paixão”.

No seu livro famoso sobre comida e sexualidade, Afrodite, Isabel Allende, propõe:

“apetite e sexo são os grandes motores da história, preservam e propagam a espécie, provocam guerras e canções, influenciam religiões, lei e arte. (...) Gula e luxúria, que tantas loucuras nos fazem cometer, têm a mesma origem: o instinto de sobrevivência”.

Se sexo e culinária foram e são fundamentais para a construção da história, da cultura e da sobrevivência da espécie humana, pergunta-se: o que seria de nós sem o tempero da sedução gastronômica e sexual?










Créditos de pesquisa : Marcelo Svoboda

Olhovivo171@hotmail.com

Tel. 41 3229-6827 Cel. 41 9654-7423 e 41 8469-3310

domingo, 1 de agosto de 2010

RELACIONAMENTO E LIBERDADE, CIÚMES. COMO AGIR NA HORA DA BRIGA ENTRE O CASAL? CIÚMES É DOENÇA? INFORMAÇÕES SOBRE O GRUPO MADA - MULHERES QUE AMAM DEMAIS ANÔNIMAS. A Síndrome de Don Juan MASCULINO E FEMININO – PARA ELAS APRENDEREM MAIS SOBRE O HOMEM E SEU COMPORTAMENTO. Porque Existem Tantas Brigas De Casal Por Causa Dos Sites De Relacionamento Ou “orkut”? 50 possíveis causas de conflitos no processo de construção do casamento:









Os relacionamentos amorosos devem ter como base a liberdade individual de cada um. Pessoas livres têm potencialidades maiores para experimentar relações mais conscientes, gratificantes e duradouras. Quando as pessoas entendem que relacionar-se amorosamente com alguém não significa fechar-se para o mundo, elas transformam suas maneiras de amar e viver.


Saber respeitar, entender e aceitar o espaço individual do parceiro (a) é de vital importância em qualquer relação. Nos relacionamentos muito fechados, onde não existe espaço para que cada pessoa possa realizar seus projetos, seus sonhos e desejos pessoais, a falta de individualidade, acaba trazendo muita frustração para ambos.



Em uma relação responsável se subentende que o companheiro (a) é uma pessoa livre, que tem direitos e vontades próprias. É importante que a pessoa se sinta aceita e amada para que consiga expressar seus sentimentos e desejos. Liberdade e amor devem andar sempre juntos, pois se nutrem mutuamente. Quando alguém dá amor, mas não oferece liberdade, faz com que esse amor, aos poucos, vá perdendo sua capacidade de pulsar.



Sentimentos de apego e insegurança limitam a capacidade de amar, fazendo com que o casal se torne escravo de seus próprios medos. A pessoa que não tem espaço suficiente para realizar as coisas que gosta, também não oferece ao companheiro (a), oportunidades para crescer e ser livre.



O que se vê, são homens e mulheres deixando de serem eles mesmos para agradar o outro.

Esses casais se limitam, se podam e aniquilam suas próprias identidades.



Indivíduos que vivem relacionamentos baseados em apego e dependência, não conseguem ultrapassar as fronteiras do medo, da carência afetiva e da submissão. É preciso coragem e muito amor para estimular o parceiro na realização de seus sonhos, o que resultará em relações duradouras e prazerosas para ambos.



Ser livre é não ser escravo das culpas do passado nem das preocupações do amanhã. Ser livre é ter tempo p/ as coisas q se ama. É abraçar, se entregar, sonhar, recomeçar tudo d novo. É desenvolver a arte d pensar e proteger a emoção. Mas, acima d tudo, ser livre é ter 1 caso d amor com a própria existencia e desvendar seus mistérios. Amo a liberdade, por isso deixo as coisas q amo livres. Se elas voltarem é porque as conquistei. Se não voltarem é porque nunca as possuí. O valor das coisas não está no tempo q elas duram, mas na intensidade com q acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis. As três coisas mais difíceis do mundo são: guardar um segredo, perdoar uma ofensa e aproveitar o tempo. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.



Ciúmes é doença?

O ciúmes não é uma doença, mas pode se tornar patológico (excessivo) ou ser sintoma de alguns transtornos, como transtorno obsessivo compulsivo, alcoolismo, demência, esquizofrenia, por exemplo.

A respeito desses transtornos, como o ciúmes pode se dar?

Alguns dos critérios do Transtorno da Personalidade Paranóide que podem ser relacionados com ciúmes são a suspeita sem fundamento suficiente, de estar sendo enganado pelos outros; interpretar significados ocultos de caráter humilhante ou ameaçador, em observações ou acontecimentos benignos e, mais óbvio, ter suspeitas recorrentes, sem justificativa, quanto à fidelidade do cônjuge ou parceiro sexual.

Os pacientes com demência costumam ter delírios de ciúmes, além de delírios com outros conteúdos. Em pacientes com esquizofrenia, o delírio de ciúmes é um dos sintomas positivos que podem surgir. No alcoolismo pode haver idéias delirantes de ciúmes, fazendo parte de um conjunto de fenômentos psicóticos durante ou imediatamente após o consumo.

Existe algum tratamento?

O tratamento pode ser feito com psicoterapia (a linha cognitiva comportamental tem boa aceitação nesse sentido) e, no caso do ciúmes patológico, também medicação psiquiátrica, como neurolépticos.

Quando é necessário estar procurando ajuda profissional?

Quando o ciúmes está fora de controle, prejudicando o relacionamento e/ou trazendo sofrimento, a psicoterapia é indicada (veja exemplos no final do artigo).

Às vezes, a pessoa ciumenta demais tem ciência de que suas reações são exageradas, mas ou não consegue controlar seu impulso de defender sua relação ou sofre calada, com mil pensamentos o tempo todo sobre o que seu par está fazendo, o que ele já fez, o que ele fará. Outras vezes, a pessoa acha que seu comportamento e suas desconfianças estão certas, fundamentada em suas crenças sobre quem é seu par, como as pessoas devem agir, como os homens e as mulheres são, se o outro é confiável ou não.

Em ambos os casos, o foco da psicoterapia cognitiva comportamental são esses pensamentos que atormentam ou levam ao sofrimento (seja do ciumento, seja de seu parceiro) e os pressupostos dos quais esses pensamentos vêm, as crenças sobre si, o(a) parceira(o) e os relacionamentos em geral, para tentar diminuir e controlar o ciúmes. Outro foco são os comportamentos de vigiar, limitar, brigar, vasculhar, etc e as emoções associadas.

Qual é a importância do tratamento para o ciúmes excessivo?

O ciúmes excessivo passa a minar o namoro/casamento/noivado, prejudicando ambos os parceiros. Além disso, o ciúmes é um dos motivos mais comuns para homicídios, sendo a vítima na maior parte das vezes a mulher (mas não exclusivamente), freqüentemente como resultado do término do casamento.

E a pessoa que sofre com o ciúmes do parceiro? O que fazer?

Quando alguém é acusado injustamente de algo, ele começa a tentar se defender, nem sempre de maneiras legais e a situação começa a ficar insuportável.

A pessoa que é vítima do ciúmes deve conversar com seu parceiro, explicar seus motivos para ter agido dessa ou daquela maneira na(s) situação(es) que desencadeou(aram) o ciúmes, desfazer os mal entendidos, não dar motivos (reais) para que ele sinta-se inseguro e reafirmar seu interesse e amor pelo parceiro, demonstrando isso das maneiras que se adequem ao seu caso em particular. Caso o ciúmes do parceiro persista é necessário procurar ajuda profissional (ver exemplo a esse respeito).

Quais os primeiros sintomas do ciúmes?

No ciúmes há avaliações cognitivas e reações emocionais. Ele envolve um misto de emoções, como medo, tristeza, raiva, ansiedade, indignação, culpa, constrangimento, dependendo da pessoa. As avaliações cognitivas podem envolver preocupação sobre o parceiro ser atraído por outros e suspeita da existência de um outro relacionamento, por exemplo.

Não há "sintomas" do ciúmes, ao contrário, ele pode ser um "sintoma".

Gostaria de banir o ciúmes de minha mente. É possível?

É possível controlar o ciúmes e só senti-lo em situações contextualizadas. Banir o ciúmes de vez, ou qualquer outra emoção (como ansiedade, tristeza, etc) não é possível em pessoas com o sistema nervoso íntegro e também não seria producente, já que existe um motivo para termos as emoções, são termômetros que ajudam na nossa sobrevivência e não senti-las seria tão ruim quanto sofrer com elas.



INFORMAÇÕES SOBRE O GRUPO MADA - MULHERES QUE AMAM DEMAIS ANÔNIMAS



O grupo foi criado baseado no livro "Mulheres que Amam Demais", de 1985, da autora Robin Norwood, Ed. ARX.

A psicóloga e terapeuta familiar Robin Norwood escreveu o livro baseado na sua própria experiência e na experiência de centenas de mulheres envolvidas com dependentes químicos. Ela percebeu um padrão de comportamento comum em todas elas e as chamou de "mulheres que amam demais". No final do livro ela sugere como abrir grupos para tratar da doença de amar e sofrer demais.

No Brasil o primeiro Grupo MADA foi aberto em São Paulo, por uma mulher casada com um dependente químico que se identificou com a proposta do livro. A primeira reunião do Grupo MADA - Jardins, em São Paulo, foi realizada em 16 de abril de 1994. Em seguida, no Rio de Janeiro, a primeira reunião aconteceu em 06 de julho de 1999.

O Grupo MADA cresceu e, atualmente temos mais de 40 reuniões semanais no Brasil distribuídas em 13 Estados e o Distrito Federal, e, 01 reunião em Portugal, em Carcavelos, e 03 reuniões na Venezuela, em Caracas.



As mulheres do Grupo MADA compartilham com as "recém-chegadas" - significado de participar de uma reunião pela primeira vez. Todas passaram por problemas de relacionamento e compreendem o que a recém-chegada sente.

O Grupo MADA propõe à mulher recém-chegada que dê ao grupo e dê a si mesma uma chance, assistindo a 06 (seis) reuniões consecutivas, pelo menos, que serão chamadas de "Primeira Vez", mesmo tendo dúvidas sobre se o grupo é o lugar apropriado para a sua recuperação.

Nestas primeiras reuniões a mulher será recebida por diferentes coordenadoras e verá como funciona o Grupo MADA.

Tem sido comprovado que seis vezes é um bom tempo para que a recém-chegada possa decidir se existe identificação com a problemática de adicção a pessoas, e, se quer trabalhar sua recuperação no grupo.

Perguntas mais frequentes



Quem são os membros de MADA e por que estão aqui?

São mulheres que tem um vínculo que as une: acreditam que a dependência de relacionamentos afeta profundamente suas vidas. Reunem-se para partilhar suas experiências, fortalezas e esperanças.

Como receber ajuda?

Provavelmente alguém falará sobre uma situação que se assemelha à sua. A partir de uma experiência pessoal e, sem dar conselhos ou fazer interpretações psicológicas, é oferecida ajuda. Mesmo que não encontre ninguém nas mesmas condições que as suas, poderá se identificar com a forma com que muitas das mulheres sentem os efeitos que a dependência de pessoas produz em suas vidas.

Quem vai ao grupo precisa dizer alguma coisa?

Não. Se preferir, pode somente escutar. A mulher é livre para escolher, mas a experiência indica que compartilhar com pessoas que entendem seu problema traz muito alívio. Guarda-se o que serve e descarta-se o resto.

Alguém saberá que estive aqui?

Não. Recomenda-se respeitar o anonimato de cada participante. Usa-se apenas os nomes das mulheres. Não se fala das mulheres que participam das reuniões, nem é repetido o que é ouvido delas. Protege-se também o anonimato daquelas pessoas das quais as mulheres são dependentes.

Trata-se de uma irmandade religiosa?

Não. Aceita-se a idéia de que há um Poder Superior, que nos ajuda a resolver os problemas e a encontrar a paz espiritual. A crença de cada mulher é uma questão pessoal e, portanto, respeitada como tal.

Quem dirige este grupo?

Todas as mulheres. Porém, para manter a ordem e conseguir um funcionamento uniforme, elege-se as coordenadoras do grupo que irão exercer suas funções. Todas trabalham como voluntárias para manter o local em ordem.

Existem outros grupos como este?

Sim, veja os endereços clicando neste link.

Quanto irá me custar ?

Não há mensalidades ou honorários a serem pagos para unir-se a este grupo. O sustento provém das próprias contribuições, que são feitas de forma voluntária. Usa-se o dinheiro arrecadado para pagar o aluguel da sala, comprar livros referentes ao tema e para manter os próprios módulos de literatura.

E agora, o que é que eu faço?

Para as MADAs tem sido útil assistir regularmente às reuniões de MADA, falar com alguém antes e depois das reuniões, entrar em contato com as demais companheiras, telefonar para elas entre uma reunião e outra, compartilhar os problemas com um grupo que as entende, respeita e não julga. É oferecido à você compreensão e solidariedade. Se, após seis reuniões, você decidir freqüentar as reuniões, o Grupo MADA de mútua-ajuda estará esperando por você, para podermos trabalhar todas juntas.





A Síndrome de Don Juan – PARA ELAS APRENDEREM MAIS SOBRE O HOMEM E SEU COMPORTAMENTO

Fica mais difícil entender os novos tempos, quando consideramos que as expressões ficar com... e sair com... significam a mesma coisa, apesar dos termos ficar e sair serem antagônicos.

Donjuanismo é uma expressão em desuso que veio à tona há algum tempo, depois do filme Don Juan de Marco, com Marlon Brando e Johnny Depp. O filme Don Juan de Marco foi escrito e dirigido por Jeremy Leven.

Don Juan é um personagem literário tido como símbolo da libertinagem. O primeiro romance com referência ao personagem foi a obra El Burlador de Sevilla, de 1630, do dramaturgo espanhol Tirso de Molina. Posteriormente Don Juna aparece em José Zorrilla com a estória de Don Juan Tenorio. A figura de Don Juan foi também cultuada na música, em obras de Strauss e Mozart, este último com a ópera Don Giovanni, composta em 1787. Outro paradigma do eterno sedutor é a figura de Casanova, conhecida pela autobiografia do veneziano Giovanni Jacopo Casanova.

Mas a figura do eterno sedutor continua atrelada à Don Juan, que aparece ainda na obra de Molière, em Le Festin de Pierre, no poema satírico de Byron chamado simplesmente Don Juan, no drama de Bernard Shaw, chamado Man and Superman.

Segundo Jung, para quem qualquer forma de arte, assim como os mitos, são veículos para a expressão do inconsciente coletivo, Don Juan pode representar nossos arquétipos (Walter Boechat - veja mais sobre o filme).Trata-se de um padrão de personalidade caracterizado por uma pessoa narcisista, enamorada , inescrupulosa, amada e odiada e que faz tudo valer para a conquista de uma mulher.

O donjuanismo representa um protótipo particular de comportamento humano, classificação esta estribada particularmente em valores culturais e morais. Não existe essa denominação no CID.10 ou DSM.IV, mas isso não significa, absolutamente, que pessoas assim deixam de existir.

Independente das interpretações psicanalíticas sobre o filme Dom Juan de Marco, interessa aqui apenas caracterizar um tipo de conduta atual; a inclinação que as pessoas têm para liberdade sexual explícita. A característica principal do que se pode chamar hoje de donjuanismo, seria uma forte compulsão para sedução, entretanto essa ocorrência não é isolada nem única na personalidade da pessoa, mas reflete sim uma estrutura social e comportamental especial.

Descreve-se o donjuanismo como uma personalidade que necessita seduzir o tempo todo, que aparentemente se enamora da pessoa difícil. Para o donjuan só interessa o instante do prazer e o triunfo sobre sua conquista, principalmente quando a presa de seu interesse tem uma situação civil proibida (casada, freira, irmã ou filha de amigo, etc).

Normalmente essas pessoas ignoram a decência e a virtude moral mas seu papel social tenta mostrar o contrário; são eminentemente sedutores. Sobre essa característica o escritor Carlos Fuentes, alega ao seu Don Juan a frase: "Porque nenhuma mulher me interessa se não tiver um amante, marido, confessor ou Deus, ao qual pertença ...".

O aspecto de desafio mobiliza o donjuan, fazendo com que a conquista amorosa tenha ares de esporte e competição, muitas vezes convidando amigos para apostas sobre sua competência em conquistar essa ou aquela mulher. Não é raros que esses conquistadores tragam listas e relações das mulheres conquistadas, tal como um troféu de caça.

O narcisismo (traço feminóide) dessas pessoas é uma das características mais marcantes, ao ponto delas amarem muito mais a si mesmas que a qualquer outra pessoa conquistada. Outros autores acham o donjuanismo um excesso do complexo de Édipo, ou fixação na mãe, já que muitos deles não constituem família com nenhuma de suas conquistas e acabam vivendo para sempre com suas mães.

Nos casos mais sérios a inclinação à sedução pode adquirir caráter de verdadeira compulsão, tal como acontece no jogo patológico. De certa forma, a conquista compulsiva do Donjuan serve-lhe para melhorar sua sensação de segurança e auto-estima, entretanto, uma vez possuído o que desejava, já não o deseja mais. Em alguns casos o Donjuan começa a se desestimular com a conquista, quando percebe que a mulher conquistada já está apaixonada por ele, ou ainda, pode nem haver necessidade do ato sexual a partir do momento em que ele percebe que a mulher aceita e deseja o sexo com ele. Por outro lado, se a mulher é indiferente ou não cede à sua sedução, o Donjuan se torna mais obstinado ainda.

Não será totalmente lícito dizer, como dizem alguns, que o Donjuan se diverte com o sofrimento alheio. Na realidade parece mais que seja insensível ao sentimento alheio do que tenha prazer com ele. De fato, parece que eles não experimentam com o amor o mesmo tipo de sentimento que as demais pessoas. O amor neles é um sentimento fugaz, passageiro e que, continuadamente, tem o objeto alvo renovado. Se algum déficit pode ser apurado na personalidade do Donjuan, este se dá no controle da vontade.

Apesar dessa compulsão à sedução, isso não significa que a pessoa portadora de donjuanismo seja, obrigatoriamente, mais viril ou mais ativo sexualmente. A contínua sedução do donjuan nem sempre se dá às custas de um eventual desempenho sexual excepcional mas sim, devido à habilidade em oferecer sempre às mulheres tudo aquilo que elas mais estão querendo. Nesse sentido, todos eles são sempre muito inconstantes, desempenham papeis sociais sempre teatrais e exclusivamente dirigidos à satisfação de suas conquistas, por isso fazem sempre o tipo "príncipe encantado", tão cultuado pelo público feminino. Eles têm habilidade em perceber rapidamente os gostos e franquezas de suas vítimas e, são igualmente rápidos em atender as mais diversas expectativas.

Há quem considere como uma das características fundamentais da personalidade do donjuan uma acentuada imaturidade afetiva. O aspecto volúvel e responsável pela constante troca de relacionamento pode ser indício dessa imaturidade afetiva e indica, sobretudo, uma completa carência de responsabilidade ou medo de assumir os compromissos normais das pessoas maduras (casamento, família, filhos, etc.).

"Ficar com..."

"Ficar com...", "sair com...", "namorix", são termos atualmente usados para designar a atitude de se relacionar sexualmente (com penetração sexual ou não), fortuitamente, fugazmente e sem nenhum compromisso de continuidade. Este relacionamento é fortuito porque não implica, obrigatoriamente, em nenhuma combinação ou contrato prévio, é fugaz devido à provisoriedade da união. Não há compromisso de continuidade porque, ao menor sinal de interesse de um dos envolvidos no sentido de continuar, a relação se desfaz e é evitada (diz-se que fulano(a) não é legal porque pega no pé). Nessa nova modalidade de relacionamento não há envolvimento amoroso, não há cobrança de compromisso e os objetivos se concretizam e se esgotam no orgasmo ou na despedida, normalmente com satisfação bilateral.

A mulher começou a expandir significativamente sua sexualidade depois da disseminação do uso da pílula anticoncepcional, nas décadas de 60-70, e a inconseqüência sexual que antes era monopólio dos homens, também passou a ser experimentada por ela. Descobriu-se que o prazer podia ser bilateral e, a partir daí, deixou-se de falar que fulano se aproveitou de fulana; ambos se aproveitam.

A atitude de "Ficar com..." é diferente daquilo que se entende por donjuanismo porque não implica numa verdadeira conquista. "Ficar com..." é uma afinidade recíproca, e um não conquista o outro porque ambos estão, decididamente, com o mesmo objetivo em mente.

Se no donjuanismo a insensibilidade e menosprezo para com o sentimento alheio são a marca do diagnóstico, "ficar com..." implica, em essência e caracteristicamente, na ausência de sentimentos mais profundos de ambas as partes. Assim sendo, não havendo sentimentos profundos, não há o que menosprezar.

Conseqüentemente e decididamente, entre a população adepta do "ficar com..." não há espaço para o Donjuan. Nesse meio ele não encontra sua presa, já que as mulheres não preenchem os requisitos de candidatas. Aqui as mulheres, como se diz, estão a fim, não costumam ser comprometidas, não são conquistadas, uma vez que o conluio é também o objetivo delas, portanto, a compulsão do Don Juan se desfaz ante a ausência do desafio.

Donjuanismo Feminino

Mas, mesmo com a moda do "ficar com..." e com a maior liberalidade feminina o donjuanismo não desapareceu. Antes disso, atualmente já pode ser possível observá-lo entre as mulheres. Embora num campo da ação muito mais restrito, o donjuanismo continua fazendo suas vítimas sentimentais; agora, femininas e masculinas.

Não há designação satisfatória para descrever a mulher que preenche os requisitos do donjuanismo, mas elas existem indubitavelmente. São também pessoas movidas pela compulsão da conquista do outro, pela inclinação ao relacionamento impossível, seja com homens mais velhos ou muito mais novos, casados, padres, enamorados de outras mulheres, enfim, pessoas que oferecem alguma condição de desafio.

No donjuanismo feminino, tanto quanto no masculino, não há necessidade invariável de concluir a conquista através do ato sexual. Basta a mulher perceber que o objeto da conquista está, digamos, aos seus pés, que a motivação para continuar o relacionamento se desvanece.

Representação Cultural do Donjuanismo

Evidentemente o mito de Don Juan pode epresentar um ideal masculino e, em alguns segmentos culturais, também um ideal feminino. A conquista como reforço da auto-estima pode, durante alguns momentos da vida ou em certas circunstâncias afetivas, ser eficiente. Entretanto, sendo a personalidade mais bem estruturada, a atitude conquistadora acaba mais cedo u mais tarde.

Outra característica que diferencia as conquistas circunstanciais, apesar de múltiplas, do donjuanismo, é a ausência de consideração para com os sentimentos alheios que sempre está presente neste último. Nas conquistas múltiplas e circunstanciais a pessoa tem boa noção e crítica sobre os eventuais transtornos sentimentais causados nas pessoas conquistadas e, em seguida, abandonadas. Evidentemente a existência da atitude de Don Juan só existe em decorrência da existência da vítima, ou seja, o Don Juan só tem sucesso passando-se por príncipe, encantado enquanto houver mocinhas em busca de príncipes encantados.

O Don Juan nunca é uma pessoa absolutamente normal, trabalhadora e submetida às angústias do cotidiano como qualquer um, nunca é uma pessoa que sofre as limitações costumeiras da falta de dinheiro, do tédio da monotonia da vida e coisas assim. Normalmente o papel do Don Juan é excêntrico e exótico, ele é de fato o que sonham as mocinhas incautas.

Psicopatologia:

- Seria o donjuanismo uma doença?

- Seria uma doença, merecedora de tratamento ?

Considerando o critério estatístico, aquele que constata a normalidade ou não-normalidade tomando como base a ocorrência estatística do fenômeno, podemos dizer que o donjuanismo não é normal (maioria dos homens não são assim).

Mas, a maioria dos homens não é assim? Não conquistam? Não se arriscam a novos relacionamentos?

Na realidade, a diferença está no fato de que a expressiva maioria dos homens não é destituída de consideração para com o sentimento dos outros, mais especificamente, podemos dizer que a maioria os homens se mobiliza com o sentimento das mulheres.

Mas, em psiquiatria ou na medicina geral, ser não-normal não significa, obrigatoriamente, ser doente. Para ser objeto de atenção médica é necessário que essa não-normalidade implique num aspecto de morbidez, ou seja, implica na necessidade de sofrimento da pessoa ou de terceiros. Então, o donjuanismo poderá ser objeto de atenção médica na medida em que produz sofrimento.

Conclusões

A impressão (falsa) que se tem sobre o donjuan é que, assim como é bem sucedido nas conquistas amorosas, também deve sê-lo em relação aos demais aspectos de sua vida. Entretanto, apesar dessas pessoas dominarem muito bem a arte da conquista do sexo oposto, elas não costumam ter a mesma habilidade em outras áreas da atividade humana; ocupacional, empresarial, estudantil ou mesmo familiar.

A trajetória de sua vida nem sempre resulta num final satisfatório. Normalmente as pessoas com esse perfil de personalidade acabam por não se fixarem com nenhuma companhia mais seriamente, não constituem família e acabam se aborrecendo quando constatam que não têm mais facilidade para conquistar mocinhas de 20 anos quando já estão na casa dos 60. Além disso, muitas vezes acabam ridicularizados por essas tentativas totalmente fora do contexto.

Além disso, eles podem atravessar períodos de grande angústia na maturidade quando se dão conta de que todos seus amigos estão casados têm família e eles já não podem desfrutar de tantas companhias femininas como outrora.

para referir:

Ballone GJ - Síndrome de Don Juan e "Ficar com" - in. PsiqWeb, Internet, disponível em www.psiqweb.med.br, revisto em 2004.



Como agir na hora da briga entre o casal?



Quem não se lembra da primeira briga entre casal de namorados? O desentendimento se torna um crescendo e pronto! Começam os impropérios, as verdades desmascaradas! Surge a raiva ou então, ela é o estopim da discussão. A pessoa amada sai bufando, liga o carro e dá partida cantando os pneus.

O que fazer quando o casal briga? No caso, o desentendimento floresce, quando há muito sentimento de raiva contido. Ou então descontentamento com o comportamento do outro. Há também muito orgulho envolvido nesta trama de desentendimento.

Como trabalhar a raiva e a crítica na hora da briga? Ninguém gosta de ser criticado. O ser humano tem o desejo de ser sempre apreciado e aceito. Num casal, o comportamento do outro às vezes, pode magoar ou ferir. Uma palavra dita num momento errado pode causar um rompimento.

Quando você estiver com muita raiva do parceiro(a), evite uma discussão acalorada. Excesso de ira pode provocar mais raiva. Neste momento, um pode magoar o outro com palavras ásperas ou ofensivas. Isso em nada resolve a causa da discussão.

Conversar seria a solução ideal. No entanto, o ser humano é instável nas suas emoções.Às vezes, discutimos numa hora em que o namorado(a) ou companheiro(a) está cansado, nervoso ou preocupado. Aí, ele pode devolver as ofensas com mais ofensas. Neste momento de ânimos acalorados, mantenha a calma. Vá para casa e pense melhor sobre o assunto.

Há uma diferença muito grande em dizer: "Estou com raiva de você. " e falar a mesma frase num tom de voz alto, irado misturado a gestos descontrolados. Violência gera violência.

Não reprima sua raiva. Não fique guardando para depois seu desagrado. A insatisfação num casal, se for ignorada, poderá crescer e se manifestar numa briga carregada de mágoa.

Algumas pessoas são muito exigentes com a pessoa amada. Brigam por qualquer motivo ou qualquer detalhe. A pessoa amada pode se sentir desmotivada e desvalorizada. "Nada que eu faça, ele(a) repara ou elogia. Só ele(a) é perfeito(a)!"- desabafa a pessoa. Geralmente, são homens ou mulheres que tiveram uma infância com pais muito autoritários ou repressores. Crescem e amadurecem sendo muito duros consigo mesmos. Projetam no outro toda a carga de exigência e baixa auto- estima.

Há também um problema chamado de distimia. Constante mau humor pode mascarar um problema psicológico que precisa ser investigado.

Uma boa dose de tolerância e compreensão pode evitar brigas desnecessárias. Aceitar o outro é aceitar a si mesmo.

Tolerância não é passividade ante o erro do outro. É compreender que a pessoa amada não é o príncipe encantado. É um ser humano cheio de carências, acertos e erros. O perdão transforma a raiva em compreensão madura. Perdoe de verdade. Senão for um perdão sincero, o resultado da briga poderá se transformar em ressentimento. O ressentimento deixa a pessoa com a memória viva ante os erros passados: "Lembra-se daquele dia que você fêz isso e aquilo?" despeja o homem ou a mulher. A raiva não passou.



Num relacionamento saudável, a briga entre o casal pode servir como um termômetro. Um desabafo onde os dois vão se conhecendo e aparando as arestas. Nem sempre a mulher ou o homem costumam se abrir quando estão insatisfeitos. Isto gera desconforto. "Engulo tudo calada(o), senão ele(a) termina comigo." "Não gosto de brigar, prefiro ignorar o que ele(a) fêz." Este comportamento vai gerar mais insatisfação entre o casal. E esta insatisfação vai se refletir na vida sexual e social dos dois.

Muitas brigas por motivos fúteis podem estar mascarando outros problemas na estrutura do relacionamento: dificuldades sexuais, problemas financeiros, falta de amor ou mesmo uma traição. Alguns casais fazem um jogo que pode ser até inconsciente. Depois da briga, o relacionamento íntimo fica mais apimentado. Parece que o relacionamento fica mais quente. Será? No entanto, para um casal que ainda se ama, brigar, às vezes, pode acertar muitos desencontros e dificuldades.



Na hora da briga, tente se acalmar. Quando o outro elevar a voz ou gritar, não faça o mesmo. Abaixe o tom da sua voz. Isso desconcertará a pessoa amada. Jogo de forças não leva a resultado positivo. Gritar mais alto do que a pessoa amada gera mais briga.

Havia um casal que tinha sempre brigas apimentadas e costumavam se agredir fisicamente. Era sempre assim: tapas e tapas. Com o tempo, o amor acabou e eles se separaram.



Não permita a falta de respeito e nem o uso de palavrões durante a briga. Se você permitir uma vez que seja, será sempre assim. No entanto, nem sempre na hora da briga, com os nervos à flor da pele, as emoções estão sob controle. Se você errou, reconheça o erro imediatamente. Pedir desculpas é nobre.

Sinceridade sempre na maneira de expor os sentimentos.

Deste modo, haverá sempre paz e amor, após a tormenta.







Porque Existem Tantas Brigas De Casal Por Causa Dos Sites De Relacionamento Ou “orkut”?















Acho isso tudo muito relativo. Só tem brigas e desconfianças quando os casais não estão em harmonia um com os outro. Acho que isso é besteira para me é infantilidade. As coisas não deviam ser assim.

Quem é usuário de páginas de relacionamento (como orkut e facebook) e, ao mesmo tempo, tem uma(um) namorada(o) com certeza já teve uma discussão sobre um scrap, um depoimento ou até um abraço no BuddyPoke. E todos já conhecem pelo menos um caso em que o orkut foi pivô da separação de um casal.

Fazendo uma breve pesquisa pelo orkut, se encontram inúmeras comunidades com o título “o orkut acabou com meu namoro” ou “namoro acabou, orkut ficou”. Por que as brigas envolvendo a página são tão comuns? A comunidade “namoro acabou, orkut ficou” fornece uma lista de razões:

• Você esquecia de colocar “namorando” no perfil

• Namorada(o) te “enchia o saco” por causa de alguns scraps

• Seu perfil dizia de tudo, menos o quanto seu amor por ele/ela era grande

• Você não tinha comunidades que diziam o quanto você o/a amava

E a recíproca é verdadeira. Os ciumentos de plantão também têm seu lugar reservado no orkut. É o caso da famosa comunidade “Quem é essa vaca no orkut dele?”. Eis a descrição dela:

“Lugar de vaca é no pasto, concordam? Mas o que fazem esses tipinhos nas páginas de nossos paqueras, casinhos, namorados, noivos ou maridos? Se vc está cansada dessas desocupadas e tem vontade de exterminá-las assim como eu, participe!”

Através de sites de relacionamento, entrar em contato com velhos amigos (e amores) é muito mais fácil. Também não é difícil encontrar um novo alguém com os mesmos interesses e uma conversa interessante.

De acordo com especialistas, no entanto, não é o site de relacionamento que vai causar uma crise entre o casal. São as próprias pessoas. “Se você quer criar uma página no orkut para procurar uma outra pessoa, ou se você dá atenção às pessoas que o ‘paqueram’ online, é por que seu relacionamento já está com problemas” argumenta B.J. Fogg, da Universidade de Stanford.

A psicóloga Nancy Kalish, da Universidade de Sacramento, aconselha quem quer manter seu relacionamento e, também, seu orkut: “Não procure por amores perdidos. Se você realmente quer um relacionamento sério, você não está disponível”.

Alguns vão ao extremo e até mesmo deletam seus perfis na página de relacionamento, quando acham que vale mais a pena agradar o namorado(a) do que manter seu precioso orkut. Mas fica o aviso: se o ciúme é muito grande, não vai ser essa a salvação de seu namoro. Casais que brigam por causa do orkut geralmente já estão em crise.



É pessoal de acordo com pesquisas realizadas pela revista super interessante dados comprovam que o orkut está balançando os relacionamentos dos casais em todo mundo, mas vamos direto ao assunto para depois comentar, 76% dos relacionamentos de separação e brigas que levam a desgosto são provocadas por orkut, é isso mesmo é ver para crer e quem namora e tem orkut ja passou concerteza por uma complicação por causa deste site de relacionamento, bom só dou mes pesames que o amor seja eterno





As 10 causas mais comuns para o fim de um namoro

Homens e mulheres listam os maiores inimigos do namoro e as principais causas para uma relação dar errado.



Não faltam casos de que, mesmo quando os dois se gostam, o namoro não dá certo... Muitos motivos levam um dos parceiros a abrir mão de uma relação. O iG resolveu convidar 10 leitores para listar quais são as principais causas que levam um casal a romper um namoro.



1. Falta de sexo

Para a relações públicas, de 30 anos, Cristiane Anselmo, esse é o primeiro motivo que vem à cabeça. “Quando não há mais desejo por parte de um dos dois e o casal não transa mais, o namoro esfria e, inevitavelmente, chega ao fim.”



2. Traição

Atualmente, as pessoas estão muito desprendidas, na opinião de Rafael Assunção, empresário de 25 anos. “As pessoas confundem liberdade com libertinagem, e é por isso que acontecem as traições e os namoros não dão certo.”



3. Falta de confiança

Também conhecido como ciúme. Saulo Pontes, funcionário público de 34 anos, acredita que as mulheres desconfiam demais sem necessidade. “Essas coisas cansam o homem, principalmente homens como eu, que são fiéis”, reclama.



4. Falta de dinheiro

Carolina*, 29 anos, garante que é independente e, exatamente por isso, exige o mesmo. “Meu último namoro acabou porque ele não tinha dinheiro para nada: um cinema, uma balada, um jantar... Ou eu pagava ou me contentava em ficar em casa vendo televisão.”



5. Diferenças culturais

“Ela era muito linda, mas impossível de manter uma conversa”, conta Lucas*, de 29 anos, que terminou um namoro recentemente. “No começo, achei que não faria diferença eu ter estudado, viajado, falar línguas e ela não ter o mínimo interesse nesses assuntos. Mas os papos dela eram muito vazios e os amigos com a cabecinha muito pequena. Não aguentei.”



6. Família insuportável

“Terminei porque não aceitava mais ser olhado com desprezo pelos pais dela”, conta Ademir Ferreira, técnico de informática de 33 anos. “Achavam que eu era pouco para a filha deles e ela nunca se posicionava e nem me defendia.”



7. Distância

“Morar em cidades diferentes, para mim, não dá certo”. Essa foi a conclusão de Sandra de Britto, de 28 anos. “Tudo fica mais complicado... As cobranças aumentam, o ciúme, a falta de grana...”



8. Medo do compromisso

Roger Nóbrega, arquiteto de 38 anos, acha que mulheres e homens, atualmente, fogem quando percebem que a relação fica séria. “As pessoas têm medo de sofrer, de se decepcionar. Por isso, perdem a chance de ter algo bacana quando percebem que os laços estão ficando fortes.”



9. Mentiras

“Seja de qual tipo for...”, explica Duílio Martins, 31 anos. “Com medo de não agradar, a pessoa começa mentindo. Como o ditado diz, mentira tem perna curta. Com o tempo, o outro acaba descobrindo as pequenas farsas e não há mais volta.”.



10. Imaturidade

Roberto*. 36 anos, explica que um relacionamento de 7 anos acabou porque ela não entendeu que a paixão uma hora tem fim. “As pessoas querem que o fogo da paixão arda para sempre. Não aceitam que é passageiro. O que fica é o amor e depende dos dois fazer da rotina algo agradável. É preciso encarar as fases diferentes da relação.”



• Os nomes foram alterados a pedido dos entrevistados.





Fundamentalmente consideramos a principal razão 'visível' dos relacionamentos conjugais é a questão da relação entre a liberdade e o amor, descrita no meu artigo do mês anterior. Digo 'visível' querendo significar que não analiso aqui

as questões profundas e desconhecidas das vidas passadas dos cônjuges, que muitas vezes, como se afirma, podem interferir na vida atual. Mas, é justamente na atual vida, com as dificuldades presentes que temos que nos superar e conquistar a harmonia, é o nosso plano de ações. Por isto focamos neste artigo apenas na vida atual.



A briga é indesejável para ambos os cônjuges. Talvez esta afirmação seja até redundante, mas é muito interessante. Se ela é indesejável, se nenhum dos dois querem brigar, por que brigam? Nós fazemos algo que não queremos? Só se somos

obrigados. Quem nos obriga a brigar? O outro? Mas ele também não que brigar. Se for indesejável para ambos por que a briga acontece então?

O desconhecimento ou esquecimento que o cônjuge têm individualidade e conseqüente liberdade permite ocorrer as condições para que as brigas se iniciem. É impossível que os cônjuges concordem, inicialmente, entre si, com todas as coisas que devem fazer. Eles possuem educação diferente, gênios distintos, muitas vezes, diferenças de crenças, de valores e de nível de

conhecimento. O esquecimento desta condição inalienável do ser, daquilo que somos, geram as condições necessárias para briga.

Não ouvir seriamente o parceiro buscando entender suas motivações, agir rudemente, sem educação, querendo forçar o companheiro a fazer sua vontade, desrespeitar ou simplesmente não aceitar que o cônjuge se comporte ou faça

coisas com que não concorde são algumas condições, situações ou atitudes que geram brigas.

Descuidar da comunicação é a mais preponderante das condições geradoras de brigas.

Quando não ouvimos o outro é impossível compreende-lo. Quando não o compreendemos, o julgamos e o condenamos segundo nosso ponto de vista, nosso ponto de referência. Se ele está errado e nós certos, nos permitimos, gritar,

'perder a paciência', dizer palavrões ou palavrinhas que magoam muito. Quando somos agredidos agredimos de volta. A briga começa.

O impasse, quando houver, deve ser decidido razoavelmente através de um comunicação eficiente e amorosa. Quando houver um conflito, plenamente normal, e até mesmo saudável num relacionamento adulto, que objetiva o crescimento, deve

ser a razão a mediadora, que através da conversa se corporifica. O amor é verificado na intenção de cada um, no desejo de entender as motivações que levaram o outro a gostar ou não, decidir e agir, daquela forma, diferente da qual você desejaria, daquela forma que acabou por gerar o conflito.



A compreensão da liberdade do outro e do amor que funda o casamento faz com que restrinjamos nossa própria liberdade. Quando verificamos ser impossível compreender as razões do outro ou fazer com que ele entenda as nossas, torna-se

necessário, muitas vezes, cedermos em nossos desejos para promover a paz e a harmonia conjugal. É importante que o dois estejam dispostos a ceder caso seja necessário ou que seja impossível um concordar com o ponto de vista do outro. O

importante é que as posições estejam claras para ambos e que haja uma mútua compreensão.

A compreensão e o respeito são as atitudes e virtudes fundamentais para se evitar a briga. É impossível retirar o conflito da relação conjugal, mas é totalmente possível discutir as diferenças de uma forma adulta, buscando o um meio termo que agrade aos dois. Nesta comunicação a compreensão e o respeito são fundamentais. Nós crescemos, enquanto espíritos que somos, praticando estas virtudes. Por isto que dizem que o lar é o cadinho da evolução.



50 possíveis causas de conflitos no processo de construção do casamento:



1. Conflitos com a família de origem.

2. Discussões tolas motivadas pelo ciúme doentio.

3. Brigas por causa do filho(s) de outro relacionamento.

4. O desemprego nos desestabilizou também emocionalmente.

5. Tudo começou depois que uma doença crônica atingiu nossa família.

6. Um sentimento de culpa não resolvido está me destruindo.

7. O que é um homem sexualmente impotente? Isso está me levando ao desespero.

8. Tenho complexo de inferioridade, e isso me faz uma pessoa infeliz no casamento.

9. Não consigo perdoar, sei que esta é causa de toda a crise.

10. Sei que o casamento aos olhos de Deus é indissolúvel, porém, não amo meu marido.

11. Depois que meus pais vieram morar conosco, nossa casa virou um campo de concentração.

12. Não posso gerar filhos e isso tem abalado o meu casamento.

13. Meu marido quebrou financeiramente e já não pode me dar o que dava antes, está difícil segurar essa barra.

14. Faz um mês que ela me confessou me traiu, estou tentando superar através do perdão, mas está muito difícil.

15. Estou grávida e meu marido mudou completamente comigo, logo agora que mais preciso dele.

16. Depois que mudamos de cidade por causa do trabalho dele, nunca mais nosso relacionamento foi o mesmo.

17. Nós é que sustentamos os meus sogros, porém por causa do abuso isso está estressando nosso relacionamento.

18. Peguei meu marido com uma converso indevida com alguém na internet, depois desse dia nosso relacionamento ficou estremecido.

19. O pai da minha esposa é alcoólatra, e sempre que acontece um problema mais grave lá, é meu marido que tem que assumir tudo, isso tem afetado o nosso relacionamento, porque a família dele não assume nada.

20. Tudo começou depois que eu me tornei evangélico.

21. Não consigo me desconectar do trabalho, sei que isso está prejudicando e muito o meu casamento.

22. Fui agredida por ele e não consigo mais respeita-lo como respeitava, nosso casamento está por um fio.

23. Sou "doido" por um filho, mas minha esposa diz que não gosta de crianças.

24. Depois que fomos morar na casa de meus pais, o relacionamento que já não estava bom, piorou.

25. Meu marido tem ejaculação precoce, sei que está é a causa da minha infelicidade sexual.

26. A menopausa chegou precocemente para minha esposa, e por causa disso ela perdeu todo o prazer sexual, está difícil superar isso.

27. Ele quer que eu faça laqueadura, e eu acho que é muito mais simples ele fazer vasectomia, isso está sendo causa séria discussão.

28. Ele quer que eu emagreça, mas não

29. Casal morando junto com os pais.

30. Quando um não realiza o outro sexualmente.

31. Filho(a) envolvido com drogas.

32. Filho(a) que fez opção pela "homossexualidade".

33. Filha que ficou grávida na adolescência.

34. O marido que "quebrou" financeiramente, e agora a família precisa se ajustar a uma nova realidade financeira.

35. Uma gravidez não planejada.

36. O nascimento do primeiro filho.

37. A necessidade de se mudar para uma cidade em função do trabalho de um dos cônjuges.

38. A filha que se envolveu emocionalmente com uma pessoa errada (casada, mau caráter etc.).

39. Quando o casal sustenta os pais.

40. Frigidez pós-parto.

41. Pai ou mãe alcoólatra.

42. Quando um dos cônjuges não é crente.

43. Quando o problema é a Internet.

44. Obsessão pelo trabalho, e a pessoa não consegue se desconectar.

45. Pensamentos incontroláveis que envolvem o adultério.

46. Ciúmes doentios por parte de um deles.

47. O marido que agride fisicamente...

48. Saber a hora ideal de ter filhos.

49. Saber quantas vezes o casal deve ter relação sexual durante a semana.

50. Problema de ejaculação precoce e a conseqüente insatisfação da mulher, que acaba evitando o marido.



VIDEOS RELACIONADOS.



http://www.youtube.com/watch?v=UEL6Am_D0CY







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segunda-feira, 7 de junho de 2010

SUPER ALIMENTOS = KEFIR, GELEIA REAL, NONI, QUINUA REAL.

Kefir















Kefir é uma bebida feita de leite fermentado em temperatura ambiente, entre 10°C e 25°C, por uma colônia de lactobacilos e leveduras conhecida como kefir ou "grãos de kefir". Originária do Cáucaso, só foi introduzida no resto do mundo no início do século XX..

Seu nome varia de acordo com o lugar; na América Latina se chama Tibicos ( no México essa bebida e outras fermentadas são muito utilizadas); na Europa, chamam cristais japoneses; na Ásia e África, Kefir.

O professor Dr. Henschlikow, dedicou grande parte de sua vida ao estudo do Kefir e observou seu efeito curativo para problemas do estômago e da vesícula, anemia, eczemas, trombose, diarréia, prisão de ventre, pressão alta e hepatite. O Kefir evita a deterioração de resíduos no intestino e acelera a convalescença. Pode até servir de substituto do leite materno.

Observe:

Kefir de 12 horas provoca boa digestão mais laxante

Kefir de 36 horas provoca prisão de ventre .


Características

O metabolismo da colônia de microorganismos consome a lactose e reduz a caseína, albumina e outras proteínas aos aminoácidos que as constituem, além de sintetizar ácido láctico, a lactase e outras enzimas que ajudam a digerir a lactose restante depois da bebida ingerida. Ainda modificam os sais de cálcio para formas mais facilmente absorvidas pelo organismo humano.

O preparado pode ser feito com leite de vaca, cabra, ovelha, búfala, égua e até de camela. Diferentemente do iogurte que é fermentado apenas por lactobacilos, o kefir exige temperaturas mais baixas e é fermentado por mais de quarenta tipos diferentes de microorganismos em sua colônia, incluindo as leveduras (utilizadas na preparação de diversos produtos, dentre eles: pão, cerveja, vinagre, queijo, vinho, chucrute etc).

O Kefir é o produto cuja fermentação se realiza com cultivos acidolácticos elaborados com grãos de Kefir, Lactobacillus kefir, espécies dos gêneros Leuconostoc, Lactococcus e Acetobacter com produção de ácido láctico, etanol e dióxido de carbono. Os grãos de Kefir são constituídos por leveduras fermentadoras de lactose (Kluyveromyces marxianus) e leveduras não fermentadoras de lactose (Saccharomyces omnisporus, Saccharomyces cerevisiae e Saccharomyces exiguus), Lactobacillus casei, Bifidobaterium sp e Streptococcus salivarius subsp thermophilus.



Restrições ao uso

Apesar das descrições anedóticas, não há nenhuma comprovação científica de que o kefir seja eficaz no tratamento de qualquer doença. Em portadores de intolerância a lactose, apesar da fermentação reduzir a quantidade de lactose do leite, ainda assim pode levar a sintomas se a intolerância for severa. Apesar de não haver contra-indicação formal, a fermentação leva à produção de etanol [4], porém em quantidades mínimas, não sendo recomendado o uso do kefir por portadores de hepatopatias de qualquer etiologia. Pelo mesmo motivo, a segurança do álcool existente do kefir de água em pessoas em ciclos de vida específicos onde o consumo de álcool é contra-indicado, como crianças, adolescentes e gestantes, ou por condutores de veículos automotores, ainda não está bem esclarecida.





Para se produzir kefir é necessário conseguir primeiro os grãos de Kefir que contém uma variada flora de microorganismos benéfica ao ser humano.

Uma vez obtidos os grãos de Kefir pode-se ter kefir em casa para sempre, basta cultiva-los ou até mesmo guarda-los em condições especiais por longos períodos quando não estiverem sendo consumidos.

O Kefir para nosso consumo é o leite fermentado por algumas horas com grãos de Kefir, podemos ingerir os grãos também, mas normalmente preserva-se os grãos para a produção de mais Kefir.

Devemos ter em mente que o Kefir é diferente do iogurte, yakult, coalhadas caseiras e similares.

Pessoas tem tentado gerar os grãos de Kefir em casa e o máximo que conseguem é uma coalhada.

O Kefir foi criado na antigüidade e até hoje é desenvolvido sob condições particularmente quase impossíveis de serem repetidas na maioria das nossas residências atuais.

Para se gerar os grãos de Kefir "do nada" hoje em dia seria necessário simular um "ambiente" propício para seu surgimento, como foi feito a mais de 4.000 anos atrás, o que seria extremamente complexo e difícil para a maioria de nós, portanto será muito mais econômico e prático ganhar os grãos do que tentar fazer.

O Kefir pode ser refrigerado para consumo, mas não pode ser colocado no congelador, freezer ou submetido a temperaturas abaixo de 0°C (zero grau centígrado) porque perderá microorganismos que perecerão.

No trato gastrointestinal de crianças recém nascidas são naturalmente encontrados diversos microorganismos contidos no Kefir, com o passar do tempo e também porque provavelmente paramos de consumir muito leite, perdemos esses microorganismos, e eles praticamente só podem ser reencontrados no Kefir.



Composição do Kefir:

O grão de Kefir é um agrupamento gelatinoso polissacarídeo que tem vários microorganismos em simbiose, e sua complexidade ainda não foi completamente decifrada pela ciência.:



LACTOBACILOS

Lb. acidophilus

Lb. brevis

Lb. casei

Lb. casei subsp. rhamnosus

Lb. casei subsp. pseudoplantarum

Lb. paracasei subsp. paracasei

Lb. cellobiosus

Lb. delbrueckii subsp. bulgaricus

Lb. delbrueckii subsp. lactis

Lb. fructivorans

Lb. helveticus subsp. lactis

Lb. hilgardii

Lb. kefiri

Lb. kefiranofaciens

Lb. kefirgranum sp. nov*

Lb. parakefir sp. nov*

Lb. lactis

Lb. plantarum

STREPTOCOCOS/LACTOCOCOS

Lactococci lactis subsp. lactis

Lc. lactis var. diacetylactis

Lc. lactis subsp. cremoris

Streptococci salivarius subsp. thermophilus

Strep. lactis

Enterococcus durans

Leuconostoc cremoris

Leuc. mesenteroides

LEVEDURAS

Candida kefir

C. pseudotropicalis

C. rancens

C. tenuis

Kluyveromyces lactis

Kluyveromyces marxianus var. marxianus

K. bulgaricus

K. fragilis / marxianus

Saccharomyces subsp. Torulopsis holmii

Saccharomyces lactis

Sacc. carlsbergensis

Sacc. unisporus

Debaryomyces hansenii**

Zygosaccharomyces rouxii**

ACETOBACTÉRIAS

Acetobacter aceti

A. rasens





Basicamente o Kefir contém:

8 leveduras, 2 bactérias acéticas, cerca de 16 lactobacilos, cerca de 9 streptococci/lactococci, ácido fólico, ácido pantotênico, biotina(vitamina B), cálcio, carboidratos, fósforo, gordura, lactase, magnésio, niacina (vitamina B3), potássio, proteínas, pyridoxina (vitamina B6), triptofano, vários outros aminoácidos benéficos, vitamina B12, vitamina K.

O uso do Kefir como alimento pode trazer benefícios e auxílio no combate a problemas de:

asma, acne, problemas renais, acidez estomacal, problemas circulatórios, colesterol, reumatismo, osteoporose, hepatite, bronquite, catarro, tuberculose, descontrole da produção de bilis, alergias, enxaqueca, males do cólon, úlceras, problemas digestivos, colites, bactérias hostis,

prisão de ventre, diarréia, candidíase, inflamações intestinais, ansiedade, depressão, diversos eczemas.

O uso do Kefir como alimento pode também trazer benefícios e auxílio para:

Regular pressão sanguínea

Sistema imunológico melhorando a resistência contra inúmeras doenças.

Regular o açúcar no sangue melhorando o diabetes.

Reduzir o processo de envelhecimento.

Possui Kefiran um anti-cancerígeno.

Beneficia coração, pâncreas, rins, próstata, fígado, músculos, cabelo, pele, sistema nervoso.

Kefir é um alimento probiótico.





Perguntas: Porque doar grãos de Kefir?

As bactérias do Kefir não me atacarão?

O Kefir contém cerca de 37 microorganismos.

O que ocorre é que esses microorganismos do Kefir são benéficos ao nosso organismo, principalmente porque a grosso modo eles simplesmente "devoram" as microorganismos malignos que estão dentro do nosso corpo, principalmente no sistema digestivo, existem inúmeros microorganismos maléficos que são eliminadas pelo Kefir e além de outras coisas o Kefir é também nutritivo.

Ou seja, a probabilidade de sermos atacados por organismos nocivos é total!

Mas o Kefir vai exatamente combater isso!

Esse já seria um bom motivo pra doar, ou difundir o uso, imagine, doando grãos, consumindo ou divulgando o uso do o Kefir, estaremos combatendo microorganismos nocivos que a humanidade vem "cultivando" em seus corpos e que podem causar doenças, inclusive o câncer .

Outro motivo para doar seria que o Kefir forma uma simbiose conosco, eles nos ajudam eliminando seres nocivos a nós e ainda nos alimentando, e nós os alimentamos e cultivamos, isso desperta um sentimento de solidariedade.

Descubra também dentro de você mesmo, motivos para doar ou divulgar o Kefir.

No trato gastrointestinal de crianças recém nascidas são naturalmente encontrados diversos microorganismos contidos no Kefir, com o passar do tempo e também porque provavelmente paramos de consumir muito leite, perdemos esses microorganismos, e eles praticamente só podem ser reencontrados no Kefir.

Pergunta: O Kefir já foi testado em seres humanos?

Estima-se que Kefir tem sido usado por seres humanos por cerca de 4.000 anos, nesse período, seu uso foi secreto por povos da região do Cáucaso, região montanhosa entre os mares Negro e Cáspio, eles tinham medo que inimigos ou supostos inimigos deles tivessem acesso aos benefícios do Kefir ou que o Kefir perdesse suas propriedades benéficas, portanto, esconderam durante cerca de quatro mil anos o segredo de produzir o Kefir. Esses povos consomem o Kefir a vida toda, desde o nascimento e são conhecidos pela sua longevidade e atingem em média 110 anos de idade.

O restante da humanidade começou a ter contato com o Kefir apenas cerca de um século atrás, em 1908 foi distribuído pela primeira vez na Rússia, depois que um grupo de médicos membros de uma Sociedade de Medicina que acreditavam que o Kefir seria benéfico aos seus pacientes incitaram dois irmão, de sobrenome Blandov, produtores de laticínios a conseguirem o Kefir dos povos que o possuíam e guardavam em segredo. Através de uma manobra que hoje chamaríamos de espionagem, com auxílio de Irina Sakharova que era empregada dos Blandov para a tarefa de obter os grãos de Kefir. Envovido por Irina um príncipe da região do Cáucaso se apaixona por ela.

E apaixonado por Irina, o príncipe, possuidor de grãos de Kefir, termina preso por rapta-la, ele teve que comprar sua liberdade pagando cerca de 4,5 Kg de grãos de Kefir para Irina por determinação do Czar. A partir daí toda a Russia começou a consumir o Kefir e também passou a ser utilizado em hospitais.

No século passado, dizem alguns, que os Russos conseguiram a ocupação da Sibéria, região extremamente inóspita pelo frio, graças ao uso do Kefir.

Portanto, 4.000 anos atestam os benefícios do Kefir.

Pergunta: O Kefir é azedo mesmo?

Resposta: Você decide se quer azedo ou não, o Kefir pode ficar azedo ou ácido quanto maior for o tempo de fermentação, se desejar um Kefir que não seja azedo, basta deixar menos tempo e terá um Kefir suave. A proporção de grãos para o leite e temperatura ambiente também influi na fermentação.

Pergunta: Os grãos de Kefir soltam uma "gosma" branca?

Resposta: Sim, essa "gosma" branca que os grãos soltam e que normalmente vemos quando estamos peneirando é o que os pesquisadores batizaram de kefiran, que é um poderoso anti-cancerígeno.

Pergunta: Qual a temperatura e tempo ideais para cultivar o Kefir?

Resposta: O Kefir deve ficar em temperatura ambiente entre 10 a 40 graus, sendo que a temperatura ideal para produzir é em torno de 20 a 37 graus por um tempo de fermentação que pode variar de algumas horas até três dias caso a temperatura ambiente esteja menos de 22°C.

Embora o tempo recomendado seja de até 3 dias de fermentação, por medida de precaução recomenda-se que acima de 36 horas não devemos consumir o Kefir fermentado em temperatura acima de 20°C.*

Se mantivermos o Kefir depois de fermentado na geladeira ele manterá ainda condições para consumo por cerca de 3 dias. Se for feito queijo de Kefir o tempo de conservação poderá ser bem maior.

*Caso ocorra fermentação acima de 36 horas devemos peneirar os grãos e descartar o líquido e adicionar os grãos em novo leite e retomar o processo de cultivo se os grãos estiverem em boas condições

A proporção ideal para seguir estes tempos é:

Uma colher das de sopa de grãos de Kefir para cada meio litro de leite.

Pergunta: Como devo consumir o Kefir?

Resposta: Na hora de consumir o líquido que chamamos de Kefir não deve conter grãos, os grãos devem ser separados com a peneira para posteriormente produzirem novos lotes de Kefir para consumo, eventualmente poderá até comer os grãos, caso tenha muitos, ou seja, não ha problema nenhum em ingerir diretamente os grãos.

Na aparência o Kefir é semelhante a coalhada ou iogurte (mas apenas na aparência) e pode ser misturado com frutas por exemplo.

Pergunta: Qualquer pessoa pode consumir o Kefir?

Resposta: Não ha nenhuma restrição em princípio, qualquer pessoa poderá tomar o Kefir, salvo problemas de saúde que possam impossibilitar, nesse caso a orientação médica pode ser necessária.

Pergunta: Qual a quantidade de Kefir posso consumir por dia?

Resposta: O Kefir é um alimento e algumas pessoas ingerem um litro e meio por dia do Kefir de leite.

Pergunta: Qual leite devo usar?

Resposta: Nas maioria das cidades do Brasil

pode se usar o Leite UHT (Longa vida) integral ou desnatado. Em locais que possa se conseguir leite fresco de vaca ou cabra serão melhores, mas esses devem ser fervidos e esfriados a temperatura ambiente antes de serem colocados os grãos.

Pergunta: Como cultivar o Kefir?

Resposta: Para produzir o Kefir de leite usa-se apenas:

• Grãos de Kefir

• Leite

Que devem ser colocados em uma pote de vidro.

A proporção de grãos para leite é em média de uma colher das de sopa de grãos de Kefir para cada meio litro de leite, se tiver mais grãos proporcionalmente a fermentação deverá ser mais rápida e deve ser trocado o leite em menor tempo.

O tempo de fermentação em temperatura média de 20° C (vinte graus centígrados) é o seguinte:

Para consumir um Kefir mais suave a fermentação deve ser mínima e pode durar apenas umas 6 horas, (Em dias mais frios isso pode demorar mais tempo) que é quando o leite começa a ficar mais denso (engrossar), a partir do momento que chega nesse estágio retira-se os grãos com a peneira e pode-se consumir o líquido peneirado ou colocar na geladeira e consumir mais tarde.

O Kefir mais ácido pode ser obtido em até três dias de fermentação.

Pergunta: Posso gerar os grãos de Kefir em casa usando açúcar, leite e pão?

Resposta: Não, os verdadeiros grãos de Kefir não foram gerados assim.

Procure receber os verdadeiros grãos através do nosso site ou de alguém que os tenha, assim poderá cultiva-los em casa com mais segurança.

Os grãos de Kefir verdadeiros, são especiais e ao entrarmos em contato com eles nos os "reconhecemos" plenamente, talvez porque eles passam a fazer parte de nós, nos protegendo e alimentando, assim como nós fazemos com eles.

E provavelmente podemos "reconhece-los" também porque certamente quando fomos recém nascidos já tivemos contato com alguns microorganismos que o Kefir contém.


TIPOS DE KEFIR














Kefir de Água e outros tipos

Grãos Kefir também podem ser usados para fermentar outras substâncias nutrientes, por exemplo, Leite de Soja, Leite de Noz, Leite de Coco natural, etc. Criando assim outros novos Alimentos saudáveis e interessantes.A maior parte eu desenvolvi pessoalmente. Também há uma variedade bem conhecida de uma bebida de Kefir conhecida como "Kefir d'Acqua" ou Kefir de Água . Isto é principalmente feito de água, suco de fruta ou açúcar de cana ( Mascavo, Rapadura ou Caldo de Cana ) e frutas secas. Eu também achei outros adoçantes alternativos inclusive Malte, Mel e frutose etc. poderia ser usado em vez de açúcar Mascavo. "Kefir de Água" usa os mesmos Grãos de Kefir que faziam Kefir Tradicional ( Leite ), mas depois de algum tempo nesse novo meio, se adaptou a fazer " Kefir Água".

Isto parece causar confusão entre algumas pessoas, em crer "Kefir de Água" é feito usando um organismo diferente. Isto podia ser, porque depois de certo tempo Fazendo Kefir Água, os grãos são manchados com pigmentos do suco da fruta e outros componentes envolvendo os Grãos de Kefir de Água . Os Grãos de Kefir de Água" também podem ficar opacos, o qual eu acredito devido à falta de componentes do leite no Kefir de leite. Também, a ação de suco de limão que se usa tradicionalmente faz esta bebida pode ter um efeito nesta "textura" opaca destes Grãos de Kefir. Isto dá aos grãos uma aparência diferente que parece ser a causa principal desta confusão.

Algumas pessoas observaram que quando Grãos de Kefir tinham adaptado fazendo "Kefir de Água" por um tempo maior, eles não podiam reverter para fermentar leite e fazer novamente um Kefir satisfatório. Em minha própria pesquisa, achei que depois de vários meses com renovação diária de " leite fresco cru ", os grãos reverteram fazendo um satisfatório tradicional " Kefir de Leite " mais uma vez. Embora possa ocupar meses mais adiante para o caráter opaco ou tingido “. Os originais grãos opacos da Kefir de Água não reverteram atrás à textura anterior, mas os Novos Grãos que cresceram daquele ponto, cresceram para se assemelhar aos grãos originais baseados em leite”.


TENHO GRÃOS DE KEFIR  (41) 8469-33-10 CURITIBA PARANÁ .

Geléia Real












Geleia Real é a secreção produzida pelas glândulas hipofaríngeas das jovens abelhas operárias, durante um breve periodo de suas vidas. A continuidade é obtida pela produção das novas jovens operárias da colméia. A rainha dessa maneira sempre deverá produzir ovos.

Este alimento é empregado pelas abelhas para alimentar suas larvas por 3 dias aproximadamente, a rainha durante toda a sua vida, sendo dado também aos zangões no período inicial de suas vidas. Também misturado com mel. Também tem um efeito antioxidante.


A geléia real é um produto natural, produzido pelas abelhas jovens para alimentar a rainha. Contém notáveis quantidades de proteínas, lipídeos, carboidratos, vitaminas, hormônios, enzimas, substâncias minerais, fatores vitais específicos, substancias biocatalizadoras nos processos de regeneração das células, desenvolvendo uma importante ação fisiológica. Não se conhece na biologia e medicina, outra substância com semelhante efeito sobre crescimento, longevidade e reprodução das espécies.



Importância da Geléia Real

A Geléia real é fornecida como alimento durante 3 dias a todas as crias de abelhas e para a rainha, durante toda a vida. As crias de abelhas operárias, durante esses 3 dias, alcançam o maior desenvolvimento, aumentam seu peso em cerca de 250 vezes mais. A rainha, que sempre recebe a geléia real, terá o dobro do peso da operaria e a sua vida pode chegar até 5 anos, sendo muito prolifera (pode por cerca de 3000 ovos ao dia). Por outro lado, a abelha operária, que é geneticamente igual a rainha, e não recebe geléia real diariamente, vive apenas 35 a 40 dias. Por esses fatos, os valores da geléia real tornam-se claramente evidentes.

Chauvin em 1922, professor na Universidade de Sorbone, recomendou o uso da geléia real na terapia humana. Vários estudos foram feitos a partir daí, investigações em doentes e observações de controle médico.

As indicações do uso da geléia real foram descritas assim: “é um estimulante biológico com ação energética e regeneradora do organismo. Recomenda-se em casos de cansaço, astenia, falta de apetite, nos estados de esgotamento físico e nervoso, transtornos de comportamento, de adaptação social e escolar (rendimento psíquico baixo), nos jovens durante o período de puberdade e adolescência, assim como se recomenda como Tônico geral nas enfermidades com evolução crônica, anemia, anorexia e outros. Não apresenta efeito secundário, portanto, não tem contra indicações.

A Geléia Real não é remédio, é um alimento concentrado, com eficácia para o crescimento, a longevidade e a reprodução.

Composição Química da Geléia Real

Amostra de 100g.

Tiamina (Vitamina B1) ....................................................................690.0 mcg

Ác. Pantotênico (Vitamina B3) .....................................................15.453.3 mcg

Piridoxina (Vitamina B6)............................................................... 1.833.6 mcg

Biotina ..........................................................................................114.0 mcg

Ác. Fólico ....................................................................................... 40.0 mcg

Vitamina B12 ............................................................................... 445.3 mcg

Inositol ................................................................................. 11.000.0 mcg

Acetil Colina ......................................................................... 95.8000.0 mcg

Vitamina C ............................................................................... 8.929.9 mcg

Vitamina A .................................................................................... 349.9 ug

Vitamina D ...................................................................................... 66.6 ug

Vitamina E ..................................................................................1.933.3 ug


Como usar a Geléia Real:

Em Geral: usar uma espátula, que corresponde a 1,00g diariamente em jejum, colocando em baixo da língua. Pode ser inserida com mel, sucos, diluída em água filtrada (3 dedos em um copo).

Em caso de fraqueza, doenças graves e convalescença: Sugerimos tomar mais vezes ao dia (5 a 7 vezes) com doses menores, de 0,25g. (1/4 de espátula)

Em caso de doenças pulmonares, fígado e intestino: Sugerimos ingerir a geléia em jejum 0,5g a 1,00g e antes de dormir: 0,5g

É necessário estocar a Geléia Real à temperaturas abaixo de 0º C. (Frezzer). Ao abrir a embalagem, manter na geladeira enquanto se consome.





História do Cogumelo do Sol















Os cogumelos são fungos conhecidos desde a antiguidade quando o homem já os utilizava como um alimento de elevado valor nutritivo e terapêutico. No entanto, na natureza, existem centenas de espécies diferentes de cogumelos, sendo que alguns são venenosos, outros alucinógenos e também aqueles que possuem propriedades medicinais curativas e até afrodisíacas.



O consumo de cogumelos no Brasil, ainda é muito pequeno em relação ao povos europeu e asiático, onde estima-se ser de 70g por habitante por ano.



Nos últimos anos, o consumo de cogumelos comestíveis vem aumentando e ganhando destaque em virtude do seu sabor refinado, do seu valor nutritivo e, ainda, pelo seu potencial de uso medicinal.



Em 1990, o empresário Mário Kimura conheceu um cogumelo que possuía propriedades exclusivas e decidiu investir em pesquisas para produzir o Cogumelo Agaricus no Brasil.

Um dos seus amigos japoneses lhe mostrou uma oportunidade única: um cogumelo com propriedades altamente benéficas a saúde.

Decidido a plantá-lo em suas terras, Mário percebeu que o solo brasileiro e diversos fatores externos mudaram as características do cogumelo, transformando seu tamanho, sua cor e acentuando seu cheiro.

Depois de analisar a toxidade da sua plantação, a resposta foi uma grande surpresa: estava descoberto um dos maiores complementos alimentares naturais do mundo!



Recentemente, o cogumelo Agaricus blazei, também chamado popularmente de "Cogumelo do Sol", vem sendo relatado como um produto com propriedades medicinais, despertando grande interesse por parte da comunidade médica e científica de instituições no Brasil e em outros países.



O cogumelo do sol é de ocorrência natural das regiões serranas da Mata Atlântica do sul do Estado de São Paulo e, segundo relatos de produtores, a espécie nativa foi coletada inicialmente no Brasil por um agricultor e estudioso (Sr.Furumoto),que cultivou entre as décadas de 60 e 70, quando algumas amostras foram levadas para o Japão com o interesse de se estudar suas propriedades medicinais. Devido às condições climáticas serem favoráveis ao cultivo deste cogumelo, matrizes reproduzidas ainda no Japão foram enviadas de volta ao brasil e, desde então, várias técnicas de produção têm sido adaptadas.





Indicações de uso Cogumelo do Sol



Além de ser indicado como fortalecedor do sistema imunológico, como tônico, o Cogumelo do Sol tem sido estudado por cientistas de todo o mundo devido a sua ação antitumorial. A procura de substâncias ou métodos que aumentem ou potencializem o sistema imunológico do corpo humano, de forma a induzir uma resistência sem causar efeitos colaterais aos organismos, tem sido uma das mais importantes buscas da ciência na cura contra o câncer. Estudos sobre o desenvolvimento de agentes antitumoriais, baseados nesta idéia, têm tido algum processo a partir de polissacarídeos extraídos de cogumelos (Chihara, 1978). Um dos primeiros estudos sobre o potencial de aplicação médica dos cogumelos data de 1959 (Chang & Hayes), quando um possível agente antitumorial descrito como Clvacina foi isolado do cogumelo Calvatia gigantea. Além deste, possuía também uma forte atividade antitumor, o shitake (Lentinus edodes) (Chihara, 1978; Chang & Heyes, 1978, 1989) Estudos realizados no Japão sobre o cogumelo do sol, apontaram para uma possível substância constituída de polissacarídeos de ligação beta glicosídicas associados a determinadas proteínas e dominada de Complexo Glucano-Protéico, evidenciando possuir uma forte atividade antitumorial (Mizuno et al., 1990; Kawagishi et al., 1990; Osaki et al., 1994).


Contra-indicações do uso Cogumelo do Sol

Por se tratar de um produto natural o Cogumelo do sol não possui contra-indicações descritas em literatura.



Histórico da Garra do Noni










O Noni cujo nome científico é Morinda citrifolia foi descoberto na Polinésia Francesa e Havaí e tem sido utilizado com êxito há mais de 2000 anos em outros países. Pouco conhecido ainda no Brasil, o Noni atualmente é bastante consumido nos Estados Unidos, no Japão, na China, na Índia, na Austrália e em grande parte da Europa.

Cultivada em solo vulcânico isento de poluentes, o Noni é uma fruta com propriedades terapêuticas e preventivas.

O Noni é uma planta extraordinária que combate os efeitos envelhecimento, que começam a aparecer na meia-idade, que vão desde dores mais simples, a falta de energia e as insônias e aso desafios mais sérios como diabetes, pressão alta e artrite, parecendo que os nossos corpos se encontram em estado constante de degradação.


Composição do Noni

O fruto tropical Noni é fonte de uma substância denominada de proxeronina, uma forma inativa precursora da xeronina, que não é afetada pelos ácidos e enzimas gástricas, sendo metabolizada no intestino grosso. A grande quantidade de bioflavonóides (morindina0 faz dele uma excelente alternativa de antioxidante, e por isso um aliado eficaz contra os prejudiciais radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento prematuro e degeneração das células.


O Noni ajuda a estimular a produção de óxido Nítrico, um estímulo adequado para a secreção do hormônio do crescimento, fator chave para evitar o envelhecimento e estimular a manutenção da massa muscular e a densidade óssea. É importante destacar que o Noni (suco de Noni) não é um medicamento nem pretende curar doenças. É um suco natural obtido a partir de um fruto que é fonte de nutrientes para o nosso organismo, o que indiretamente faz com que o próprio organismo se auto-corrija.

Indicações do uso do Noni
Seus efeitos extraordinários despertam o interesse em muitos profissionais da área de saúde, inclusive os respeitados Dr. Herbert Monis, que patenteou e foi garantido pelo US - Pharmaceutical Patente, o seu método específico de processar e ionizar o Noni, o Dr. Neil Solomon, Ph.D., diplomado pelo Hospital John Hopkins, ex-comentarista de Saúde e Higiene Mental de Maryland, que pessoalmente vem pesquisando sobre os efeitos benéficos da fruta Noni, inclusive com um livro já lançado sobre estes maravilhosos efeitos, que segundo estes profissionais de saúde e vários usuários pelo mundo, beneficia em relação à saúde do coração, desordens digestivas, diabetes, pele, TPM, hemorróidas....

Pesquisas demonstram que o Noni ajuda a estimular o sistema imunológico, que desempenha um papel importante na manutenção da nossa saúde, sendo primordial no combate a vários tipos de bactérias, ajudando o sistema celular a funcionar de forma eficaz.

O Noni sob a forma de suco de Noni é muito consumido nos Estados Unidos, inclusive com citação no Globo Repórter do mês jul/2003. Mais de 50 países que tem experimentado-o, tornam-se usuários satisfeitos com em média 78% de aprovação.

Contra-indicações do Noni (suco de Noni)
Não tem contra-indicações nem efeitos secundários. É seguro em qualquer período de nossa vida. Por ser um alimento totalmente natural não tem contra-indicações.


QUINUA REAL





















No Altiplano Boliviano, a 3.800 metros acima do nível do mar,o vento gelado,mesclado a pequenas particular de sal,é o primeiro sinal dado pelo Salar de Uyuni ao visitante. Este deserto com seus 12.500 Km.2, onde o frio no inverno chega a 30 graus negativos, é branco como a neve. Seu horizonte é tão nítido e sua atmosfera tão limpa que é possível ver claramente a curvatura terrestre desenhada no azul do céu.É neste lugar, Único no mundo, que nasce a QUINUA REAL (Quinoa), cereal sagrado dos Incas. Qualificada como o melhor alimento de origem vegetal para consumo humano, pela Academia de Ciências dos Estados Unidos e selecionada pela Nasa para integrar a dieta dos Astronautas em vôos espaciais de longa duração, por seu extraordinário valor nutritivo. Investigadores que vem estudando a QUINUA REAL, nas ultimas décadas,constataram, que seu valor nutritivo - só comparado ao leite materno - a converte no alimento mais completo do planeta, muito superior aos de origem animal, como a carne, o leite, os ovos e o peixe.




Super alimentos

Arandos / Mirtilos mostraram proteger o cérebro contra o stress, demência e a doença de Alzheimer. A investigação revelou também que as dietas ricas em arandos melhoram significativamente a capacidade de aprendizagem e de habilidades motoras. O abacate, apesar de ser considerado como um “fruto gordo”, contribui para um fluxo sanguíneo saudável e a diminuição da pressão arterial, como também diminui o risco de desenvolver hipertensão, o que pode levar a um AVC [acidente vascular cerebral].

Peixes de águas profundas, como o salmão é uma escolha sábia. É rico em ómega-3 os ácidos gordos essenciais, para a função cerebral saudável.

Nozes e sementes são boas fontes de vitamina E, uma vitamina importante e necessária para o cérebro para repelir o declínio de funções cognitivas. Caju, amendoins, nozes, sementes de girassol e gergelim e amêndoas são todos grandes escolhas. Passas verde são boas para a função cerebral.

Pães de grãos inteiros, arroz marrom, farinha de aveia podem também contribuir para um cérebro saudável, reduzindo o risco de doenças cardíacas. Ao promover um coração saudável e uma melhor circulação sanguínea, o cérebro está assegurado de um bom crescimento através de uma excelente entrega de oxigênio e nutrientes através do fluxo sanguíneo.

Os hidratos de carbono complexos abastecem também o cérebro com um fluxo constante de glicose, que valoriza a função cerebral. É importante evitar carboidratos simples freqüentemente encontrado em “junk food”, porque a glicose dá ao cérebro uma vida curta elevada de açúcar, muitas vezes seguida por um acidente em que você se sente cansado e faminto.

Chá recém fabricado tem também um potente antioxidante, especialmente a classe conhecida como catechines, que também favorecem o fluxo sanguíneo de uma maneira saudavél. Visto que o chás pretos contêm cafeína, é importante utilizá-lo sensibilizadamente.

Chocolate puro tem propriedades antioxidantes poderosas, que contém vários estimulantes naturais, que nos faz concentrar e aumentar a concentração e incentiva a produção de endorfinas, que ajuda a melhorar o humor. Com chocolate, a moderação é a chave.


- Ingerir líquidos em quantidades adequadas (10 a 12 copos por dia), em forma de sucos, água, chás.

- Fazer as refeições em clima de tranqüilidade e mastigar bem os alimentos para estimular as secreções gástricas, facilitando a digestão e o trânsito intestinal.

- Evite os alimentos enlatados e embutidos (salsicha, salame, lingüiça), pois contém muito sal.

- Diminua a ingestão de gordura animal (manteiga, bacon, toucinho, leite integral, queijo).

- Para melhorar a aceitação dos alimentos sem sal utilize nas refeições molhos com tomate, pimentão, cebola, tempero verde, limão e gotas de azeite doce.


Prefira

- Aumente a ingestão de fibras (frutas com cascas, vegetais crus, cereais integrais).

- Utilizar leite, iogurte e coalhada desnatados, queijo minas frescal, tofu ou ricota, margarina vegetal.

- Usar cereais integrais (trigo, aveia, arroz, biscoito, pão, quibes de forno sem carne de boi).

- Usar de preferência óleo de soja, milho ou girassol.

- Utilizar soja, aves sem pele, peixes magros.



ALIMENTOS E BEBIDAS PARA AQUECER O CORPO NO INVERNO.





















No inverno é natural ficarmos mais acolhidos. Com esse friozinho, os hábitos alimentares se diferem do que comemos durante o verão. A mudança de hábito alimentar e o aumento de apetite que sentimos nos dias mais frios estão relacionados com a necessidade do organismo de se adaptar à temperatura ambiente.







Uma ótima dica para substituir as bebidas calóricas e esquentar o corpo sem culpa são os chás à base de camellia sinensis (chá verde, branco, vermelho e amarelo) e hibiscus, que já fazem o maior sucesso durante o verão quando são consumidos gelados. No inverno, esses chás ficam deliciosos quando preparados com água quente, principalmente se forem utilizadas as versões em pó solúveis que além de serem mais gostosas e práticas (instantâneas), são ricas em antioxidantes e ajudam a manter a forma.

Dicas para o consumo









Chás Verde, Branco, Vermelho, Amarelo e de hibiscus nas versões em pó, solúveis em água, podem ganhar no inverno ingredientes aromáticos como cravo, canela, raspas de limão, laranja e gengibre.

:: Durante o seu preparo, não se deve ferver a água. A sugestão é apenas esquentá-la com os ingredientes aromáticos, coar com o auxílio de uma peneira e, só depois, acrescentar o pó.

:: Essa bebida pode ser consumida a qualquer hora do dia, contudo, recomenda-se que pessoas com distúrbios do sono evitem o consumo dos chás de camellia sinensis à noite, pois possuem cafeína em sua composição.

Que tal fazer diferente neste inverno? Em vez de fondue, cappuccino e chocolate quente, uma boa idéia é se esquentar com um menu à base de especiarias. Além de darem sabor e perfume especial à comida - e muito mais graça ao regime -, ingredientes como pimenta, canela, cravo e gengibre fazem parte do grupo de alimentos termogênicos, aqueles que aquecem o corpo e aceleram o metabolismo favorecendo a queima calórica.

Pimenta vermelha, alho, gengibre, açafrão, cravo, noz moscada, chocolate, aspargo, banana, guaraná; São alguns dos alimentos que aquecem o corpo do ser humano nós dando assim sensação de prazer; tornando assim alguns destes alimentos como principais em sua alimentação sua vida poderá mudar, para melhor.